Praça insegura
A Praça Marechal Floriano Peixoto, no centro, aquela que é palco das cerimônias cívicas mais importantes, por isto muitos a chamam de Praça das Bandeiras, é motivo de muitas notas. As feiras do produtor, a presença de artesãos, entre outros eventos, constituem fatos aqui noticiados. Mas isto são coisas que acontecem durante o dia. À noite, e isto quer dizer logo que escurece, pelas 18h30, a situação muda, conforme informou uma leitora.
A Praça, então, contou ela, se transforma com a presença de jovens e adultos que assustam quem pensa em passar por lá. ''A iluminação precária também contribui para esta situação de temor'', disse ela, completando com a afirmativa de que muitas vezes faz a volta, ao invés de cortar caminho pela Praça, com medo de algumas pessoas que ocupam o local.
A solução para isto, naturalmente, é simples: a presença de policiais militares no local. ''Nem precisa ficar por lá, basta fazer ronda'', diz a leitora. Ela entende, com razão, que com a presença de policiais haverá maior segurança para quem queira atravessar ou até ficar um pouco na Praça. E ajuda, também, na melhoria de segurança de toda a área central.

Exclusão
Meio que na brincadeira, um leitor veio se queixar de não poder fazer uma substancial contribuição à campanha Criança Esperança. E explicou: ''Segundo vi na TV, quem quiser dar mais de 30 reais deve acessar o site da campanha. Como não tenho isto, nem Internet, nem mesmo computador, não posso fazer a doação pretendida''. Depois, mais sério, reclamou do que considera uma exclusão que está ocorrendo. ''Em toda parte, nos noticiários, nos comerciais, nos programas em geral, insistem para que o espectador acesse o site para participar. A impressão é a de que, no Brasil, computador e Internet são mais comuns que água e luz''.
Para o leitor, este tipo de atitude, ''que está se generalizando'' cria uma exclusão para a grande maioria. ''E para quem tem acesso à Internet tenta provocar uma forma quase escravizada de ver programas. Tem de assistir, com a rede ligada e acessada. No que é que estão tentando transformar a gente?'', pergunta, respondendo ele próprio: ''Em zumbis''.
Queixas a parte, não há dúvida que no quadro que se vislumbra realmente se sente que quem não tem e-mail, hoje, está sendo posto de lado em várias situações.

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