PRAÇA
Correção
Semana passada, publicamos aqui a informação sobre uma placa, afixada diante de uma obra, na rua Professor João Cândido, que indicava ser de uma ''CONSTURTORA''. A placa em questão foi substituída. É bom observar isto, não por pretender exercer um certo tipo de poder face ao que ocorre mas por sentir que há o interesse em corrigir falhas eventuais. Pena que isto ocorra só em relação à atividade privada. No setor público, erros ou falhas apontadas só são corrigidos (se isto acontece) após muito tempo. É o caso, por exemplo, dos erros nas placas do Teatro Zaqueu de Melo e da Biblioteca Infantil que levaram meses para que houvesse a correção. Há também casos em que nada se faz, como só para citar a placa que existe diante da Casa da Cultura, com algumas palavras em hebráico (o que a esmagadora maioria da população desconhece) que indicam uma oração judaica. Acontece que, como foi observado por esta Praça há anos, a oração está errada. E até ontem não houve qualquer esforço para corrigir o equívoco.
Isto sem citar o tabuleiro que foi derrubado da base, diante da BPM, e até agora também não foi posto de volta no lugar, apesar de muitas notas a respeito.
Música e memória verbal
Ainda rememorando o Festival de Música, é interessante a informação a seguir: a música pode melhorar a memória verbal das criança segundo um estudo realizado em Hong Kong e publicado na última edição da revista americana ''Neuropsychology''.
As conclusões do estudo mostram que as crianças que receberam aulas de música clássica obtiveram resultados melhores do que aquelas que não participaram das aulas em testes de memória verbal. Os exames foram realizados por psicólogos da universidade chinesa de Hong Kong em dois grupos de 45 alunos, com idades entre 6 e 15 anos, um sem formação musical e o outro integrado por crianças e adolescentes que estudam música e tocam na orquestra de cordas de sua escola.
Os alunos do segundo grupo, após 30 minutos de estudo de um texto, lembravam de mais palavras do que os do primeiro grupo. Além disso, sua memória verbal era proporcional à duração do ensino musical recebido, segundo o estudo.
Para os cientistas isto se explica pelo fato de a educação musical estimular a parte esquerda do cérebro, que também controla a aprendizagem verbal.





