PRAÇA
Solidariedade
A sede própria da Escola de Educação Especial Flávia Cristina será inaugurada hoje, a partir de 16 horas. O prédio foi construído com recursos do Comitê de Solidariedade dos Funcionários da Sercomtel, complementados pela Sercomtel S.A. A sede se localiza na avenida Saul Elkind, 3.000, no Jardim José Giordano. Antes, a escola funcionava, de forma precária, em uma casa alugada na rua Jonathas Serano, no Jardim Quebec.
''Estamos realizando um sonho'', diz a presidente da Associação Flávia Cristina, Helaine Cristina Herrero, acrescentando: ''Se não fosse a ajuda da Sercomtel e dos funcionários da empresa, teríamos perdido o terreno que recebemos da Prefeitura de Londrina, porque não tinhamos dinheiro para construir o prédio''. A obra de 321 metros quadrados custou pouco mais de R$ 119 mil e foi paga com verba da doação espontânea de vale-refeição feita pelos funcionários e a contribuição paritária da Sercomtel.
A instituição vem dando atendimento clínico e pedagógico gratuito a 65 crianças, de 0 a 14 anos, portadoras de deficiência física e mental. Com o novo prédio, a capacidade de atendimento se amplia para 75 crianças.
Vermelho queimado
Um dos semáforos para pedestre, na esquina da avenida São Paulo com a rua Goiás, está com a lâmpada vermelha queimada. Dá para perceber o perigo que isto representa para quem anda por lá. Normalmente, estas queixas de lâmpada queimada nos semáforos não são publicadas porque a equipe que cuida do assunto tem sido eficiente e troca rapidamente as luminárias. Como, porém, há dois dias se nota a falha, a reclamação é publicada, nem que seja como lembrete.
Coletivos
Muita gente reclamando da nota publicada aqui em que um leitor faz ponderações sobre a tarifa dos coletivos e a considera razoável, levando em conta a integração que existe. Leitores não apenas reclamaram mas criticaram a publicação da opinião a favor das tarifas.
Ora, esta Praça é aberta a todos os leitores para que façam críticas, queixas, sugestões e elogios. O leitor que considera adequada a tarifa do coletivo tem tanto direito de opinar quanto o que a critica. Sem tal liberdade, nem mesmo colunas como esta teriam razão de existir. Desde que esta Praça surgiu, há muitos anos, a idéia foi esta. Quando o atual titular foi convidado a redigi-la, aceitou a tarefa precisamente para manter aberto o canal a todos os leitores. E é o que tem sido feito.





