O lado bom do frio
  Tem havido muitos comentários sobre o frio que está fazendo e a possibilidade de haver muito mais no próximo mes, quando começar o inverno. Mas é bom, também, lembrar o lado bom do frio: estamos quase em junho e o frio estimula e anima as tradicionais festas juninas.
  Por aqui, não há tanta tradição em relação a tais festas quanto no Nordeste do Brasil. Todavia, nada obsta que se festeje Santo Antônio (o jamais esquecido santo casamenteiro), São João e São Pedro. Fogueira, quadrilha, batata doce, quentão, pipoca, pinhão, sanfona tocando xoté e baião, junho oferece ocasião para muita festa e alegria. Não se pode esquecer, também, que o frio é ideal para degustar a nossa feijoada, prato que pode reaparecer com toda força também nos restaurantes, sempre antecedido pela nossa caipirinha.
  O frio, sim, traz preocupações para quem não tem como enfrentá-lo. Oferece, porém, a ocasião para que os que podem lembrem de doar roupas e cobertores para os menos favorecidos. É possível até promover festas juninas beneficentes, com o resultado sendo doado para as famílias carentes.
  Linha Anel Central
  Recebi vários pedidos de leitores, usuários de coletivo, para que informasse sobre os roteiros da linha 903-Anel Central. A assessoria de imprensa da TCGL passou os informes: a linha tem dois itinerários diferentes: via Pará e via Bandeirantes.
  A 903 - Anel Central via Pará sai do terminal, seguindo pela Benjamim Constant, Minas Gerais, Souza Naves, JK, Rio de Janeiro, Pará, Hugo Cabral, Benjamim Constant novamente até o terminal. Este itinerário tem duração de 20 minutos.
  Já a 903 - Anel Central via Bandeirantes sai do terminal seguindo pela Benjamim Constant, Minas Gerais, Souza Naves, Bandeirantes, João Cândido, Pará, Hugo Cabral, Benjamim Constant até o terminal, com duração de 27 minutos.
Livre de tarifa
  Uma vez que estamos no tema dos coletivos, lembrando da complicada questão do reajuste nas tarifas que pode ou não vir, vale lembrar que há uma categoria de usuário que não precisa se preocupar com isto. Os idosos, com mais de 65 anos, não pagam tarifa. É só entrar pelas portas do meio ou do fundo. E, como garantia, levar documentos para provar a idade. Uma (pequena) vantagem para quem já está na chamada ‘‘terceira idade’’.

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