PRAÇA
Insegurança nas escolas
Está em discussão a possibilidade (ou necessidade) de revista aos estudantes nas escolas, como alternativa para prevenir a violência que está atingindo os estabelecimentos de ensino, em Londrina. Trata-se de medida que, sem dúvida, precisa ser bastante estudada, inclusive devendo-se levar em conta o fato de que a eventual revista precisa ser feita por pessoal habilitado e que respeite os direitos de quem tenha que ter sua mochila ou bolsa escolar revistada.
Entretanto, este é só um aspecto de uma questão mais ampla. Pois é certo que não se previne ou reduz a violência pela simples revista de mochilas ou do prório estudante. O que se precisa, mesmo, é de polícia fardada na frente (e até, se for o caso, dentro) da escola. Não há qualquer dúvida que a presença de policiais serve, por si, como redutor da violência.
Precisamos de mais policiais pela cidade, nas escolas, nas praças, nas ruas. Houve um tempo em que havia, pelo menos, policiais de trânsito diante das escolas para proteger as crianças. Hoje, nem isto existe. E sem esta presença do policial, permanente, qualquer outra medida não é senão um paliativo face à questão.
Hormônios e percepção
As diferenças de percepção entre homens e mulheres se devem, fundamentalmente, ao maior ou menor fluxo de hormônios sexuais no sangue, concluíram num estudo cientistas alemães da Universidade de Bochum, Alemanha. Os cientistas constataram, através de diversos testes de orientação, que as mulheres alcançam as mesmas médias dos homens quando estão em seu menor nível de hormônios femininos, durante a menstruação.
Num artigo publicado em revista científica, psicólogos e neurologistas da Universidade de Bochum concordaram que durante a menstruação se acentua a assimetria entre os lóbulos cerebrais. Nos homens, essa asimetria é basicamente mais pronunciada. ''O interessante'', destacaram, é que ''essa pequena diferença fica suspensa pelo menos uma vez por mês''.
Os resultados parecem sustentar a opinião amplamente difundida de que as mulheres não são capazes de estacionar um carro tão bem como um homem, mas têm maior facilidade para aprender idiomas estrangeiros. ''Nossas pesquisas mostram que a assimetria varia fundamentalmente de acordo com a flutuação da progesterona'', destacaram os médicos.





