Entre a 5% da população sofre de uma doença que se caracteriza pela dor constante do corpo. É a fibromialgia, um mal que atinge principalmente mulheres, e que começa a aparecer entre os 29 e 37 anos. O assunto é tema da palestra desta semana promovida pelo Programa de Educação em Saúde do SAS-Londrina. Quem vai falar sobre o tema é o médico reumatologista Jorge Kuromoto, também especialista em medicina de trabalho. Na sequência, a fisioterapeuta Maria Aparecida Bittar orienta os interessados sobre a importância do acompanhamento fisioterapêutico durante o tratamento.
A síndrome de fibromialgia se apresenta com dores pelo corpo, dores articulares, dores de cabeça, insônia, cansaço, dormência e formigamento, câimbras, rígidez generalizada do corpo ao levantar pela manhã, irritabilidade intestinal, nervosismo, depressão e ansiedade. O primeiro passo no tratamento é manter hábitos saudáveis, como dormir bem.
As palestras, abertas à comunidade, se realizam amanhã, a partir de 15 horas, no auditório do SAS-Londrina, rua Souza Naves, esquina com Pará.
A nova mania
É impressionante a presença do telefone celular na vida atual. Uma inegável evolução no que tange à comunicação, facilitando sobremaneira a vida de muita gente, o celular acabou se convertendo em verdadeira mania. A gente vê babás falando ao celular enquanto empurram o carrinho do bebê pelo bosque, percebe os jovens usando-o em todo lugar. E também é muito comum ver gente com uma das mãos ao volante do carro e o celular na outra, falando. Vale relembrar que esta prática é considerada ilegal. Há até registros de gente dirigindo moto e falando ao celular.
Agora quem anda ganhando, mesmo (ou perdendo, conforme a ótica) nesta mania, ao que parece, são os homens italianos. Pesquisa realizada pela revista italiana ''Men's Health'' revela que as mulheres italianas não suportam que os homens falem ao celular enquanto fazem amor. A terça parte das italianas gosta que os companheiros desliguem o celular antes de ir para cama e 12% consideram ''inaceitável'' que eles o atendam, o que de alguma forma denota o laço doentio que os italianos têm com o chamado ''telefonino''. Sete famílias italianas em cada 10 possuem um telefone móvel, segundo o relatório anual do Instituto Italiano de Estatísticas (Istat).

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