Vila Brasil reclama

  Moradores da Vila Brasil pedem para que a Praça apresente algumas de suas reclamações. Basicamente, o que mais os tem incomodado é aquilo que é o problema de quase toda a cidade: calçadas esburacadas, mato nos terrenos baldios, iluminação pública deficiente. ‘‘Mas no bairro – ponderam – a situação é realmente complicada, em especial no que diz respeito às calçadas e quando se unem os dois fatores: buracos nelas e iluminação precária, fazendo com que passar por ali à noite seja um risco dos maiores’’.
  A prefeitura tem anunciado um esforço no sentido de enfrentar o mato que ocupa terrenos, praças e também calçadas. É um efeito da fertilidade da terra que produz em condições adversas. Já no que diz respeito às calçadas, a situação não parece próxima de qualquer solução. O motivo disto é conhecido: falta verdadeira consciência cívica por parte dos moradores que são os responsáveis pelas calçadas que existem diante de suas casas.
  Os donos de casa podem alegar falta de recursos para consertar as calçadas. Mas como isto é de sua responsabilidade, não poderiam fugir à obrigação.

Londrina encanta

  A senhora Marlene, a londrinense que vive na Europa (onde se casou com o senhor James Villemaine) e que está em Londrina visitando parentes, revelou-se encantada com outro aspecto da vida aqui. Aproveitando a estadia, ela foi fazer um tratamento dentário. ‘‘A diferença é imensa’’, disse ela, destacando a atenção e o cuidado como os profissionais trabalham aqui. ‘‘Há um interesse maior em relação ao cliente do que se percebe na Europa’’, diz.
  Deve ser por isto que até o cardeal primaz do Brasil, dom Geraldo Majela, que está na Bahia, freqüente o dentista em Londrina, o que fazia inclusive quando residia no Vaticano.

Amor não tem idade

  Isolina Ojeda, 107 anos, e Oscar Martínez, 86, se casaram na semana passada na localidade de La Florida de Santiago, no Chile, após 57 anos de convivência. ‘‘É preciso casar como Deus manda, é pecado conviver assim’’, disse a noiva ao final da cerimônia civil, ante um juiz de paz.
  Durante o ato, a noiva quase deixou de responder que queria se casar perante o oficial do cartório por causa de seu problema de surdez, segundo testemunhas.
  Ojeda e Martínez se conheceram nos anos 40 do século passado, após ficarem viúvos em seus primeiros casamentos.

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