Mais uma feira

Londrina acaba de ganhar mais uma feira. Depois das feiras-livres, das feiras da Lua, da Feira do Sol, da feira do produtor, surge agora a Feira da Oportunidade. Trata-se de mais uma inteligente iniciativa da Companhia de Desenvolvimento de Londrina que objetiva apresentar produtos e serviços de empreendedores de Londrina no Terminal Rodoviáriio.
A Feira da Oportunidade vai funcionar todos os domingos, das 9 às 15 horas, e, como se viu na primeira edição, vai mesmo movimentar bastante a Rodoviária, oferecendo uma oportunidade aos empreeendedores e ao público. A idéia, conforme assinalou o presidente da Codel, faz parte de um projeto mais amplo, o de revitalizar o Terminal Rodoviário.
Para maior facilidade de quem queira conhecer esta nova feira, uma importante novidade: durante o período de funcionamento, o estacionamento ali é grátis, o que, sem dúvida, representa um fator adicional de importância. Com a presença dos expositores, com o interesse público, ir à Rodoviária, no domingo, durante o horário da Feira da Oportunidade, pode ser uma excelente opção de passeio.


Exemplo de esforço

Quem passar pela Rua Professor João Cândido, na esquina com a Rua Pio XII, vai ver uma cena curiosa: um homem vendendo bananas e, na mesma calçada, alguns desocupados que pedem esmola que, pela simples presença, assustam. O vendedor de bananas não deixa perceber que é um deficiente físico. Não tem uma perna, substituida por uma prótese. Mas não quer fazer disto motivo para despertar piedade. Trabalha, vende, cativa os passantes com um jeito simples ao ofertar bananas bonitas a um preço convidativo.
Podia ser um exemplo para seus ''vizinhos'' que não têm qualquer deficiência física. Infelizmente, são mais deficientes que o homem das bananas.

Na Catedral

Contou um leitor que foi à capela que existe nos fundos da Catedral para orar, segunda-feira à tarde. Ali, no alto da escada, já na parte interna, um garoto pedia esmolas. ''É uma cena chocante, que deixa a pessoa desnorteada. Dizem que a gente não deve dar esmolas pela rua porque isto estimula uma prática não muito correta. Mas, o que fazer se ao entar na Casa de oração, ao buscar a aproximação com Jesus, a gente depara com um pediente?''
O leitor não contou, apenas, se deu a esmola ou se desistiu de orar.

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