Afinal, quem manda?
Se fosse possível fazer um plebiscito mundial, seguramente a maioria esmagadora diria ''não'' à guerra. A ONU, que, em tese, representa o planeta, deixa claro isto: os belicistas não conseguiram fazer passar pelo Conselho de Segurança uma proposta para legitimar o ataque ao Iraque. E em quase todo o mundo, há manifestações de massa contra o conflito.
Pior é o que está acontecendo nos Estados Unidos: os contra a guerra estão sendo chamados de traidores. Mas não se intimidam. Na Inglaterra e na Espanha, aliados dos EUA, a população também se manifesta de forma clara em oposição ao conflito.
O Brasil não está omisso. Manifestações já se realizaram, protestos foram feitos e outros estão sendo programados. O cidadão comum está deixando clara sua posição anti-bélica.
Se o povo é contra, por que é que os governos insistem na postura bélica? Não se pode perder de vista que hoje, mais do que em qualquer tempo, o homem comum está descobrindo sua força e precisa continuar firme, protestando e se manifestando para deixar claro que é ele quem manda e só quer paz para trabalhar e viver.

Avança Londrina
Tem sequência hoje o ciclo de palestras, sob o título genérico de ''Avança Londrina, que a Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), o Sebrae/PR e a Companhia de Desenvolvimento de Londrina (Codel) estão realizando visando apresentar conceitos e estimular a participação em futuras discussões.
O tema hoje é IDH Renda, longevidade e educação como fatores de desenvolvimento, que será desenvolvido pela Fundação João Pinheiro, de Belo Horizonte. A palestra começa às 20 horas, no Auditório David Dequech, Associação Comercial e Industrial de Londrina, à Rua Minas Gerais, 297 1º andar.
Calçadas
A televisão está pondo em destaque a péssima situação das calçadas, em praticamente toda a cidade. É ótimo que isto aconteça, porque o problema é de todos e quanto mais for colocado maiores serão as possibilidades de se ter soluções. O que não pode é continuar esta situação que é também de muita insegurança e perigo para toda a população. Afinal, a gente não pode esquecer que todas as pessoas, mesmo os que só andam de carro, moto ou bicicleta, em alguns momentos se convertem em pedestres. E o risco de passar pelas calçadas esburacadas e sem cuidado é para todos.

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