Dom Albano, londrinense

  Dom Albano Cavallin, arcebispo metropolitano de Londrina, é cidadão honorário do município, título conferido pela Câmara Municipal. Uma homenagem justa para o sacerdote que conquistou os corações não só dos membros de seu rebanho mas de toda a coletividade pelo seu zelo e pelo trabalho em pról de todos.
  Londrina homenageia dom Albano e o fato de ele ser, agora, cidadão londrinense, constitui uma honra para a cidade e os munícipes.
  Vale lembrar sempre o comentário do norte-americano Benjamin Franklin que disse que o local em que se nasce independe da pessoa, mas a escolha da terra em que se vive é algo pessoal. Dom Albano foi enviado para cá pelas autoridades da Igreja. Mas é certo que adotou Londrina e tudo em sua atividade o torna realmente amado pelas virtudes e dedicação.
  Londrina foi abençoada com seus bispos. Dom Albano é um legitimo continuador da obra de sacerdotes que vieram para cá e deram tudo de si pela coletividade. Um real continuador da obra do inesquecível dom Geraldo Fernandes, primeiro bispo e arcebispo, que ainda hoje é lembrado, com carinho e emoção, por quantos com ele conviveram.
Pista de skate

  Dona Lúcia veio comentar que viu, na TV, uma pista de skate que existe em Cascavel, dando condições a que jovens e adultos pratiquem o esporte. Em Londrina, disse ela, não temos nada igual. ‘‘O que é uma pena, ainda mais porque o esporte tira crianças da rua e, no caso do skate, pode até representar o caminho para uma profissão’’. A leitora pondera que, em seu modo de ver, não é tão difícil ou caro fazer uma pista para a prática do skate. ‘‘Basta aquilo que as pessoas chamam de vontade política’’, afirma.

Exército nas ruas

  Recebo da senhora Cássia uma contestação à postura a respeito da presença do exército nas ruas, no serviço de policiamento. A leitora considera que, no atual estágio da violência que o país enfrenta, só mesmo o exército seria capaz de garantir segurança à população. A opinião da leitora é similar a de muitos brasileiros. Entretanto, importa repetir que não é esta a tarefa das Forças Armadas. O que se precisa, mesmo, é de uma polícia bem aparelhada, assistida e amparada para seu trabalho. Ademais, não se podem esquecer, também, aspectos sociais que pesam muito na questão da violência. Não é um assunto simples, nem se o resolve com tanques nas ruas.

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