Praça
Desnível perigoso
De modo não muito sutil, um leitor escreveu uma carta dizendo: ''Sei que você vive defendendo a Sanepar, afirmando que eles fazem valetas mas as cobrem. Gostaria que você atravessasse a Av. Rio de Janeiro, bem na esquina da rua Piauí, saindo da Folha e indo até a calçada que existe defronte ao Bosque. Ali a Sanepar fez uma valeta e a tapou. E deixou um desnível que é mais perigoso até que o buraco em si. Já vi gente tropeçando ali e não é difícil alguém torcer o tornozelo ou cair feio''.
Embora não concorde com a afirmativa segundo a qual a Praça defende a Sanepar (o que se busca fazer é observar com serenidade as reclamações em relação às valetas abertas ultimamente), atravessei a avenida e confirmei a informação. De fato, por ali há um desnível realmente perigoso que reclama uma ação rápida no sentido de evitar mais perigo para o pedestre. Parece, até, um caso especial porque muitas vezes o trabalho de reparação da calçada, após o fechamento das valetas, demora um pouco. Mas quando é feito, não deixa buracos. Espera-se que quem quer que tenha tapado tão mal a valeta, faça o conserto logo.
Pedindo livros
Há algumas semanas, o jovem Alexsandro Pereira, que realiza serviço social, esteve aqui pedindo livros para bibliotecas de várias entidades. O apelo dele foi publicado e deu muito resultado. Por causa disto, Alexsandro voltou a procurar a Praça, esta semana. Ele continua trabalhando para arrecadar mais livros que serão doados a entidades sociais, bibliotecas, escolas, asilos, presídio, etc. O jovem contou que muita gente que atendeu ao apelo informou que estava até pensando em jogar fora os livros.
O apelo é dele e de todos quantos sabem a importância da leitura: não joguem fora livros. Telefonem para o Alexsandro hoje, amanhã, durante o Carnaval (o jovem informou que vai fazer plantão todos estes dias) e ele irá buscar os livros. O telefone é 3341-4609.
Folia
E agora é Carnaval. Dizem que, no Brasil, o ano só começa mesmo depois do Carnaval. Não é bem assim, mas é certo que a folia de Momo marca uma espécie de linha divisória na vida de muita gente. O Carnaval não é ruim, o problema é que há quem não saiba (ou não consiga) aproveitá-lo da melhor maneira. É tempo para descontrair, festejar ou descansar e meditar. É uma época para ser aproveitada. Até quarta-feira.





