PRAÇA
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2003
Estélio Feldman 
Escola Flávia Cristina
Em setembro do ano passado, o Comitê Solidariedade da Sercomtel e a Associação Flávia Cristina firmaram um convênio de cooperação social e financeira para a construção da primeira etapa do prédio que iria abrigar a Escola de Educação Especial Flávia Cristina. A instituição funciona, até agora, de forma precária, na Rua Jonathas Serrano, no Jardim Quebec. Esta semana, vem a notícia de que a construção da primeira etapa do projeto se encontra em pleno andamento. A obra, com 312 metros quadrados, está sendo custeada pelo Comitê de Solidariedade e pela Sercomtel.
A nova sede está sendo construída em terreno localizado na Avenida Saul Elkind, entre as ruas Hermínio Molinari e José Pereira dos Santos, no Jardim José Giordano.
A instituição presta atendimento clínico e pedagógico gratuito a 64 crianças, entre 0 a 14 anos, portadoras de deficiência física e mental. Com a construção da sede, que terá um total de 650 metros quadrados, a escola pretende aumentar a capacidade de atendimento, até chegar a 120 crianças.
A presidente do Comitê, Sônia Rett, lembra que o objetivo da entidade é apoiar projetos idôneos, em benefício de crianças carentes.
Solução antecipada
O leitor que reclamou de uma cratera existente na Rua Guaporé, o que foi publicado na Praça de ontem, ligou de novo para contar que o problema já foi resolvido. Disse que passou ontem à tarde pelo local e já havia sido feita a cobertura da cratera. Como a nota saiu depois da solução, a gente sabe que não foi a publicação que provocou a reação dos responsáveis. De qualquer modo, fica registrada a satisfação do leitor (e certamente de todos que trafegam pelo local) face à realização de uma obra de reparo que é realmente necessária. O que importa, mesmo, é ver que há uma ação efetiva para enfrentar os buracos nas ruas.
Psiu
Leitores pedem que encaminhe apelo à TCGL no sentido de ampliar o horário e também as linhas servidas pelo sistema Psiu. O sistema utiliza micro-onibus muito confortáveis e embora custe um pouco mais que a tarifa do coletivo comum é considerado melhor para o transporte. Ocorre que o Psiu só trabalha no período do horário comercial. E, no momento, atende a apenas duas linhas.
A gente espera que a empresa analise com carinho os dois pedidos aqui expostos, que, sem dúvida, merecem consideração.


