Praça
Transporte aleternativo
A notícia sobre a iniciativa visando estabelecer um serviço alternativo para transporte de ''pessoas'' (como assinalam os interessados, para fugir da questão que envolveria o termo ''passageiros''), a senhora Cássia ligou muito preocupada. ''É uma idéia no mínimo perigosa'', disse. ''No momento assinalou a intenção é criar um tipo de serviço para os Cinco Conjuntos. Mas é óbvio que, a partir daí, haverá uma ampliação da idéia, até porque tem muita gente que possui vans e outros tipos de peruas que gostaria de usar os veículos em tal tipo de atividade. E, daí, seria o caos''.
Insistindo que não tem qualquer vínculo com as empresas de transporte coletivo da cidade, a leitora pondera que o serviço oferecido atualmente não merece críticas. ''Seria possível aumentar a oferta em algumas linhas para determinados horários'', afirma. Mas isto, segundo ela, é um assunto que pode ser resolvido facilmente. Lembra, ainda, o serviço especial do Psiu, ''que oferece conforto ao usuário e que até poderia sre ampliado para outras linhas''.
O que mais preocupa a leitora é a mesma coisa que foi destacada pela CMTU no comentário a respeito, conforme publicado na edição de ontem da Folha: o perigo da ocorrência de situações de violência, como se observa em centros maiores que contam com este tipo alternativo de serviço de transporte. Isto sem contar a insegurança para o passageiro (ou a ''pessoa'') e para o pedestre em geral.
Calçadas
''Sei que você vai dizer que a Sanepar abre as valetas mas depois as tapa. Mas gostaria de pedir que comente que a segunda etapa do serviço, tapar os buracos, demora''. O comentário é do leitor Álvaro que, sem dúvida, tem razão. De fato, a Sanepar tem tapado as valetas que está abrindo em vários pontos da cidade. Também não se pode deixar de reconhecer que o serviço que é realizado é necessário. Entretanto, o leitor tem razão quando reclama da demora na solução do problema, criado pela Sanepar ao abrir os buracos. Não se encontra qualquer justificativa para a demora em restaurar as calçadas.
Combate à esclerose
Cientistas australianos anunciaram a utilização de células mães para tratar as células do cérebro afetadas pela esclerose em placas, uma técnica que pode permitir a eliminação dos sintomas desta grave enfermidade neurológica.
Os cientistas do hospital St. Vincent de Sydney informaram que tinham conseguido substituir as células enfermas por células mães adultas em cobaias.
''De qualquer modo, ainda serão necessários vários anos de pesquisas para se chegar a uma aplicação no homem, mas o fato de termos conseguido utilizar as células mães adultas significa um avanço sumamente importante para terapias eficazes contra uma série de enfermidades neurológicas'', declarou o chefe do departamento de neurologia do hospital, Bruce Brew.





