Praça
Reforma no Terminal
O leitor Celso Pedro Tillvitz, de Londrina, ligou indignado com a noticia sobre a reforma que a CMTU vai fazer no Terminal Urbano, conforme anunciado em reportagem publicada na Folha. A reforma é necessária, conforme ele próprio concorda, mas em seu entendimento a responsabilidade pelo pagamento do trabalho deveria ser de quem usa o terminal e não da CMTU. ''Como os usuários já pagam a passagem, a reforma deveria ser financiada pelas empresas de transporte coletivo'', afirmou o leitor, completando: ''É por isso que a CMTU nunca tem dinheiro em caixa''.
Trata-se, sem dúvida, de uma opinião ponderável que deveria merecer, pelo menos, consideração por parte da CMTU.
Chuva e frio
Um janeiro atípico, menos por causa da chuva que é normal nesta época mas devido ao frio que a acompanha. Teve gente que precisou tirar dos armários agasalhos e até cobertores. Pior, porém, foi perceber que embora a chuva não tenha sido tão forte, embora tivesse chovido por quase dois dias, houve muitos estragos na cidade.
Londrina não tem os temporais violentos que se observam em Minas, São Paulo, Rio ou Santa Catarina. Mas, infelizmente, tem tido os mesmos problemas.
Árvores
As árvores do Bosque também acabaram vítimas da chuva do domingo. Foi um estrago. Árvores caíram e até o portão da cerca que existe na Rua Pará acabou entortado. As árvores já foram removidas mas, no domingo, permaneceram ali, algumas inclusive em situação de perigo, ameaçando até a fiação do outro lado da rua.
A situação das árvores, em praticamente toda a cidade, tem sido motivo de queixas constantes. Há muitas doentes, ameaçando cair perante qualquer ventania. O risco é grande para residências, rede de energia, veículos e, principalmente, pessoas. Uma árvore que caía sobre alguém pode mandar a vítima até para o cemitério. Não é preciso esperar que uma tragédia ocorra para cuidar disto. Prevenir, sabe-se, é sempre o melhor remédio.
Emoção
Uma leitora veio contar que, na tarde de sexta-feira, passando perto do Bosque, deu de cara com dois PMs. Disse que ficou até emocionada, teve vontade de pedir autógrafo. ''A gente quase não os vê mais, pela cidade. E, no entanto, sua simples presença ajuda a aumentar a impressão de segurança das pessoas'', completou a leitora.





