Praça
Quadras do Zerão
Um frequentador do Zerão veio à Praça para fazer uma queixa em relação à situação das duas quadras pavimentadas que funcionam ali. ''Uma delas ele conta tem gols mas não tem equipamento para o basquete. A outra tem tabela e cesto, mas não tem gols''. O resultado disto, conforme o leitor, é que se muita gente for ao local para jogar futebol de salão, por exemplo, ainda que as duas quadras estejam livres, não vai poder praticar o esporte. O mesmo, aliás, acontece se houver muitos interessados em jogar basquete.
''Ora, a solução mais simples, caso não se pretenda ou possa investir para construir novas quadras, é completar as duas existentes, tornando possível que se juogue em ambas tanto futebol de salão quanto basquete'', afirma o leitor.
Livros
O jovem Alexsandro da Silva Pereira, estudante, está envolvido em um projeto muito valioso: ele, juntamente com outros tantos amigos, está tentando conseguir doações de livros para a biblioteca do Caic do Jardim União da Vitória. Trata-se de uma área carente, até mal afamada, e no entender do jovem, livros podem ajudar a melhorar a situação, contribuindo de modo eficaz para a formação das crianças e adolescentes que estudam ali. Alexsandro já estudou ali e até por isto sabe da importância da campanha de que participa.
Um detalhe: são aceitos todos os tipos de livro: ficção, didáticos, especializados. Livro, sabe-se, são um tesouro permanente. Ainda que fechados, guardam um mundo, à espera dos leitores. Muita gente tem livros em casa, fechados, guardados. E outros ficam privados da leitura.
Quem quiser doar livros para o Caic do União da Vitória pode entrar em contato com o jovem pelo telefone (43) 3341-4609, de preferência à tarde ou à noite. Não precisa levar ao Caic nem ao Alexsandro. Ele mesmo irá buscar as doações.
Violência
Dá até medo comentar a violência que continua a tomar conta de Londrina. Os homicídios vão se repetindo com uma constância alarmante, sem que se vislumbre algum tipo de solução. Vidas jovens estão sendo ceifadas barbaramente. E não se pode sequer aceitar a afirmativa de que se trata de pessoas envolvidas com o tráfico ou outro tipo de crime. Há o caso do mecânico, que trabalhava desde os 10 anos, e que foi morto a tiros, estupidamente, há dias. Há outros. E, de qualquer forma, aceitar os homicídios como uma coisa normal, considerar que este ou aquele ''merece morrer'' é transformar toda a estrutura da sociedade.
O Brasil, é sempre bom lembrar, não tem a pena de morte entre as punições para o crime, mesmo o considerado hediondo. Isto, embora haja quem discorde, evidencia a civilidade de um povo, o entendimento de que não é matando que se resolve o problema do crime. Mas, do modo como as coisas estão, vemos a pena de morte sendo aplicada quase todos os dias, na cidade.





