PRAÇA
Feira no Calçadão
Está funcionando, no Calçadão, ali perto do Coreto, a Feira da Associação de Mulheres de Londrina. São barracas que oferecem muito artesanato e também alimentação produzida em casa. Entre outras coisas, pode-se encontrar ali o recentemente citado panetone salgado, uma verdadeira delícia que também é encontrado na Feira do Sol, que se realiza aos domingos de manhã, na Praça diante da Concha. A Feira da Associação de Mulheres funciona, normalmente, no começo de cada mês, naquele local. Mas agora, devido às festas de fim de ano, foi permitido o estabelecimento da referida feira até a véspera do Natal, todos os dias, das 8 às 18 horas.
Comércio e feiras
A constante divulgação de feiras provocou de um homem do comércio reclamação, citando entre outras coisas que os estabelecimentos comerciais são os que pagam impostos e geram empregos. O comerciante entendia que a Praça, divulgando as feiras, desprestigia o comércio.
Não é bem assim. O comércio funciona todos os dias, o público sabe o horário. As feiras, pelo menos estas especiais como a Rural e a da Associação das Mulheres, tem datas especiais. Assim, o fato de a Feira do Calçadão estar funcionando agora é notícia. Quando o comércio trabalha em horários especiais, também se divulga isto, aqui e em outros espaços do jornal. E o importante é que haja muita gente trabalhando, produzindo e vendendo, porque é assim que se faz o verdadeiro ciclo do crescimento economico.
A propósito, vale lembrar que a Feira Rural, que funciona na primeira semana de cada mês, na Praça Marechal Floriano Peixoto, deve voltar a abrir, a partir de amanhã e até a véspera do Natal.
Gene da anemia
Uma equipe de pesquisadores israelenses anunciou na segunda-feira a identificação de um gene que provoca uma forma de anemia, comum entre as famílias de beduínos em Israel. Este mal, conhecido como ''anemia congênita diseritropoiética'' (CDA-1), representa uma grave deficiência de glóbulos vermelhos na produção do sangue.
Ele é raro no mundo, mas relativamente comum entre os beduínos do deserto de Neguev (Sul de Israel), onde os casamentos entre membros de uma mesma família são frequentes.
Um estudo com 45 beduínos permitiu descobrir o gene responsável pela enfermidade, denominado CDAN 1.
Os pesquisadores esperam a partir da descoberta encontrar um tratamento genético para o mal e ao mesmo tempo entender as outras formas de anemia, além dos mecanismos de formação das células sanguíneas.
Os resultados desse estudo, efetuado conjuntamente pelo instituto Weizmann, pelo centro médico Schneider de medicina infantil e pela universidade de Tel Aviv, são publicados no número de dezembro do American Journal of Human Genetics.





