PRAÇA
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 17 de dezembro de 2002
Estelio Feldman 
Bazar beneficente
A Associação da Criança e do Adolescente de Londrina (Acalon), mantenedora da Escola Oficina, está realizando um bazar beneficente com o objetivo de angariar fundos para a instituição. A loja está localizada na Rua Santa Catarina, 147-A, e funcionará até o dia 23, das 14 às 20 horas, de segunda a sexta-feira, e das 9 às 14 horas, no sábado. Dentre os produtos oferecidos à venda destacam-se enfeites de Natal, bonecas, brinquedos importados, roupas e artesanatos produzidos pelos educandos da escola. Todos os artigos são vendidos a preços populares que vão de R$ 1,00 a R$ 5,00 reais.
A Acalon é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, que tem como principal objetivo oferecer um atendimento integral a crianças e adolescentes, de zero a 17 anos, que vivem em situação de risco pessoal e social. Atualmente, a entidade atende cerca de 150 crianças e jovens.
A entidade recebe apoio da Sercomtel e funcionários voluntários, através do programa de cidadania empresarial ''Ligação com a educação'', que reabriu e estruturou diversas oficinas profissionalisantes.
Recorde inaceitável
Londrina está fechando o ano com um terrivel recorde: o de homicídios cometidos no período. É uma situação inaceitável, sob qualquer padrão que se observe e a comunidade como um todo precisa, dentro mesmo de sua mobilização em defesa da cidadania, se posicionar a respeito, exibindo das autoridades estaduais medidas sérias e concretas para mudar este quadro. O novo governo, que toma posse no começo de 2003, traz esperanças de mudança.
Pérolas da ciência
A questão é de vital importância: melhor amarrar o cadarço de maneira horizontal, vertical ou cruzada? Um cientista australiano, com trabalhos publicados na edição da semana passada da revista Nature, editada em Paris, tenta dar uma solução matemática para o problema.
Burkhard Polster, matemático da Universidade de Monash (estado australiano de Vitória), identificou primeiramente todas as variáveis deste exercício que grande parte da humanidade realiza diariamente: o número de buracos em que se vai passar o cordão do sapato, a eficiência do laço, o esforço necessário para fazê-lo, o tamanho do cadarço, etc.
Depois de pôr todos os dados em uma equação, o cientista deu seu veredicto: o método direto, em que o cordão é encaixado horizontalmente na fileira de buracos do sapato, e o zigue-zague americano, com os cadarços cruzados, são os métodos mais eficientes para se obter um amarramento sólido.
No entanto, o método ''nó de borboleta'', técnica complexa e pouco usada, que combina cruzamentos horizontais do cadarço de cima abaixo e se cruza nos buracos intermediários é a melhor. Seu resultado é um amarramento eficaz, que pode ser feito com um cadarço de pequena extensão. Eis aí uma pérola da cultura inútil, oferecida como brinde de Natal.


