Informações sobre o Psiu

Desde que comecei a comentar as vantagens do carro sobre o ônibus, em várias circunstâncias, comecei a receber pedidos de informação sobre roteiros e horários de coletivo, principalmente do Psiu. O Psiu é um tipo de serviço complementar, realizado por oito micro-ônibus com capacidade para 28 passageiros sentados, com ar-condicionado e música ambiente. O coletivo não tem pontos de parada fixos. O embarque e desembarque dos passageiros é livre, respeitando a legislação do trânsito e as condições de segurança do local solicitado para parada.
São duas linhas com itinerários distintos, sem passar pelos terminais e sem integração com as demais linhas. É bom lembrar, também, que não há gratuidade ou descontos na tarifa. Atualmente, com a nova majoração autorizada para as tarifas dos coletivos, o passageiro paga R$ 1,75 pela passagem.
Os veículos percorrem dois itinerários. Quatro fazem a linha 311 (Jardim Santa Rita) com a 107 (Jardim Aragarça-Hospital Universitário), num percurso de 70 minutos de duração, com frequência em torno de 17 minutos.
A outra linha, 503 (Cincão-Centro) ligando os cinco conjuntos com o Hospital Evangélico, tem duração de 50 minutos e frequência média de 13 minutos.


Jantar solidário

Realiza-se amanhã, no Hotel Crystal, Jantar Solidário em benefício do Hospital Infantil e da Santa Casa. A festa promete ser das mais agradáveis, prometendo, além da delícia dos pratos e da beleza da decoração, a apresentação de um balé espanhol. Começa às 20h30.

Concerto

A coordenação do projeto Educação Musical, através do canto coral, promove na próxima segunda-feira, o concerto de encerramento do ano, com uma apresentação de 240 crianças em um programa que homenageia o aniversário de Londrina. O projeto tem a coordenação artística da professora Lucy M. Schimiti e a coordenação pedagógica da professora Oleidi Lelis e a participação das seguintes escolas municipais: Auréa Alvim Tóffoli, Carlos Zewe Coimbra, Eugênio Brugin, Hikoma Udihara, Maria Cândida P. Salles e Noêmia Alaver Malanga.

Violência

Estamos chegando ao final do ano mais violento da história da cidade. Nunca houve tantos homicídios como neste 2002, que ainda não chegou ao final. Quer dizer, ainda não é possível antecipar o total do recorde que se produz este ano. Entretanto, como salientou um leitor pessimista (que prefere se considerar realista) este ano será melhor que o de 2003.
É uma previsão dura, lamentável. Contudo, é difícil contestar este tipo de pessimismo quando se percebe que pouco ou nada está se fazendo no sentido de reduzir a violência e de melhorar as condições de segurança em Londrina, como em todo o Estado. A esperança é que 2003 marca o inicio de novo Governo que pode mudar este quadro.

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