PRAÇA
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 02 de setembro de 2002
Estélio Feldman 
Mais um algarismo
Neste fim de semana, os telefones fixos da Sercomtel ganham mais um algarismo. Na maioria dos casos, será preciso apenas incluir o 3 aos números atuais. Com isto, ficam 8 dígitos na numeração dos telefones fixos, igualando os números dos celulares e, também, da GVT que opera, igualmente, em Londrina, na telefonia fixa.
Quando se rememora que na inauguração da Sercomtel, em 1968, eram 5 os dígitos dos telefones, no início do funcionamento da telefonia automática em Londrina, vê-se como as coisas se modificaram ao longo de 34 anos. E não foi só o aumento no total de dígitos, mas o crescimento na oferta de telefones, com a Sercomtel cobrindo toda a área municipal e atingindo até outro município, quando Tamarana se desligou de Londrina.
Hoje, Londrina tem uma das maiores relações telefone/habitante do país, atendendo a todos os interessados. Residências com mais de um telefone (sendo o segundo, em muitos casos, para atender à Internet) são cada vez mais numerosas. E as informações, conforme noticiário publicado domingo, indicam que a Sercomtel vai poder operar em outros municípios, em pouco tempo. Amplia-se assim o leque de uma empresa que nasceu em função do pioneirismo e coragem dos londrinenses e que vai atingir outros pontos, oferecendo, sem dúvida, a mesma qualidade que o usuário local atualmente usufrui.
E é válido não esquecer a outra notícia, igualmente divulgada domingo: em pouco, os londrinenses vão poder fazer ligações interurbanas, para todo o País, e também internacionais, usando o 43 da Sercomtel. Excelente para o usuário que, inclusive, terá a facilidade de contar com a cobrança dos interurbanos na mesma conta dos telefones locais. Neste tempo em que os compromissos pessoais são cada vez mais complexos, ter todo o serviço telefônico em uma conta, facilita em muita a vida do usuário.
Luta pela vida
Tem aquele senhor que fica oferecendo doces, em um dos semáforos da av. JK. Também tem a mulher que aborda as pessoas no Calçadão, oferecendo bombons à venda. E não se pode esquecer aquele enorme número de pessoas que fica pelos cruzamentos das ruas e pelo Calçadão, oferecendo panfletos. Nesta época eleitoral, aumenta o número de tais pessoas, todas com uma coisa em comum: estão lutando pela vida.
Não há como comprar todos os doces ou bombons e começa a faltar paciência até para receber todos os folhetos que são oferecidos seja a quem está de carro seja aos transeuntes do Calçadão e da área central. Todavia, a gente não pode esquecer que todos estes que assim nos oferecem coisas que talvez não queiramos, estão tentando ganhar honestamente o suado pão de cada dia. Melhor que esmolar ou agir de modo violento para tomar o que não conseguem obter.


