PRAÇA
Conta de água
Muito irritada, a senhora Cássia procurou a Praça para reclamar contra uma conta de água que recebeu em sua casa, cujo total era praticamente o dobro do que paga todo o mês. Além do consumo normal, que apresentava o valor similar ao de outros meses, havia um item de ''serviços'' que era quase igual ao anterior, duplicando a conta. Assustada, e sem saber a que atribuir tal coisa, a leitora conta que ligou para a Sanepar. Depois de passar as informações pedidas, foi informada que, na verdade, o valor cobrado como ''serviços'' representava uma conta atrasada e não paga, já acrescida de juros. Ai é que a coisa pegou porque dona Cássia havai efetuado o pagamento que estava sendo cobrado. ''Por sorte ela conta eu guardo todas as contas que pago, notadamente as de água, luz, telefone''.
A situação, segundo a leitora, vai se resolver hoje: ela vai até a Sanepar, conforme foi-lhe indicado, levará a conta que foi apresentada, o comprovante do pagamento da conta anterior e, então, receberá uma nova conta para pagar, só com o valor do consumo do período passado. ''Mas, veja: vou ter de ir até lá para resolver uma questão que é de responsabilidade deles. O fato de haver solução rápida e adequada para a questão não me parece suficiente, porque nada disto elimina o transtorno já provocado'', afirma.
Outros dois aspectos preocupam também a leitora: o fato de que muita gente pode acabar sofrendo o mesmo problema, acabando por pagar o que não deve e a situação de quem recebe cobrança de uma fatura já paga e que, por qualquer motivo, não tem como comprovar o pagamento. ''Senti-me muito assustada, quando vi a conta, fiquei revoltada quando soube do que estava havendo completou e entendo que a empresa precisa tomar cuidado para não fazer isso com outros usuários''.
Interurbano
Curiosamente, recebi recentemente queixa quase igual a respeito de telefonemas interurbanos. O leitor contou que recebeu em casa uma recobrança com um valor não pago em setembro de 2000 e outro que também não teria sido quitado, de junho deste ano. ''O débito de setembro de 2000 existe explicou mas, até por causa da confusão criada com as contas das prestadoras de serviço inteurbano, coloquei em débito automático aquela empresa. E o mais grave: o valor que estava sendo cobrado já havia sido debitado de minha conta. Para completar, a ''cartinha'' de cobrança continha aquelas ameaças de sanções se não pagasse as duas contas''.
O leitor conta que, dias depois, recebeu uma chamada telefônica para ''lembrar da cobrança''. Reclamou sobre o valor indevido e foi avisado que receberia uma nova fatura, o que já aconteceu, e foi interpelado sobre se tinha alguma queixa. Ele diz que foi taxativo: ficou tão revoltado com a cobrança e a ameaça que passou a usar a concorrente para fazer interurbanos.





