Mais música no Zerão
As cerca de cinco mil pessoas que foram ao Zerão, no domingo, saíram enlevadas com o espetáculo proporcionado pela Orquestra Sinfônica da UEL, regida pelo maestro Vitor Gorni, com a participação de alguns intérpretes e autores locais e dos corais de adultos e de jovens da universidade. O show fez parte do 22º Festival de Música de Londrina e prendeu a atenção dos espectadores que, quando o maestro anunciou o final, acabaram conseguindo um bis com os aplausos de pé e os apelos de ''mais um''.
Uma festa fantástica, ainda mais alegre devido ao programa apresentado, com músicas populares executadas de modo maravilhoso pelos membros da Sinfônica. O espetáculo confirma, se isto seria necessário, que o londrinense sabe apreciar o que é bom e bonito e prestigia com alegria e entusiasmo atrações deste nivel.
O tempo também ajudou. Desta vez a tarde estava agradável, ao contrário do que havia ocorrido no domingo passado, quando da apresentação da Orquestra Sinfônica do Paraná que teve de ser reduzida em função do frio. O tempo ajudou e o público vibrou com mais este espetáculo, parte de um festival que está alegrando Londrina e que tem, ainda, muito mais atrações para o público. Como sugeri na semana passada, o negócio é ficar de olho na programação (que é publicada todos os dias na Folha 2) e acompanhar o que for possível. É só alegria e encantamento.
Buraco
Já que o assunto é música no Zerão, embora o tema possa destoar (sem a intenção de fazer trocadilhos) é necessário registrar a presença de um imenso buraco bem diante do palco do anfieatro do Zerão. Falta uma enorme grade ali na rede que, certamente, é usada para a passagem de águas de chuva. Um perigo para quem esteja por lá, especialmente idosos e crianças que, caso passem com pouca atenção ali correm o risco de um tombo com sérias consequências. E a gente não quer que um local que deve ser usado apenas para alegrar as pessoas acabe sendo uma armadilha.
Internet
A senhora Telma, residente em Curitiba (que estudou na UEL) ligou para contar que acompanha, via Internet, as notícias da ''Folha'', jamais deixando de lado a Praça porque, revelou, fica por dentro das coisas que acontecem em Londrina e das reclamações da população. Ela apenas lamenta muitos dos problemas que existiam quando ela era estudante em Londrina como os buracos nas ruas e a falta de segurança continuam irresolvidos.
A propósito da Internet, o oftalmologista João Angelo Paccola, que esteve recentemente nos Estados Unidos e Canadá, contou que acessava a ''Folha'' pela Internet, todos os dias, a fim de se manter informado sobre as coisas de Londrina. Também devido a este interesse, revelou que uma de suas leituras era esta Praça.

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