Calor atípico


Calorão bravo, em pleno mês de junho, pertinho do inverno, provocando alguns desconfortos físicos. Tem quem diga que as gripes que estão ocorrendo nos últimos dias, pegando muita gente, são devidas à Copa do Mundo. As pessoas levantam de madrugada ou de manhãzinha para ver jogos, enfrentam o frio e pegam depois o calor. O negócio é ampliar os cuidados. Na verdade, os especialistas continuam a recomendar, principalmente para evitar a gripe – o mal mais comum na época – que as pessoas adotem a vacina. A impresão é a de que a população não confia muito nela. Os brasileiros já se acostumaram a prevenir outras doenças, notadamente as infantis, com vacinação. Mas em relação à gripe ainda há muita gente que mostra dúvidas. Pelo que se sabe, porém, a vacinação anti-gripal é eficiente e pode evitar muitos problemas, especialmente para os mais idosos.

Festas Juninas

Seja devido ao calor ou por causa de outras coisas, este junho se mostra um pouco desligado dos grandes festejos da época, as festas juninas. Verdadeiras instituições no nordeste do Brasil, não conseguem ter o mesmo atrativo por aqui. O que é lamentável. As festas de junho podem ser tão animadas quanto o Carnaval. E nem é preciso que faça frio. Afinal, o Nordeste é quente mas a população não abre mão de festejar Santo Antônio, São João e São Pedro.
A propósito, o primeiro santo deve ser festejado na próxima quinta-feira: é Santo Antonio, o santo casamenteiro, que dá motivo à celebração, na véspera, do Dia dos Namorados. Muita gente pensa só no presente da data, mas Santo Antônio pode ser festejado com fogueira, quentão, pipoca, quadrilha e tudo o mais que dá sabor à data.

Lançamento literário

Nesta quinta-feira, na Biblioteca Pública Municipal de Londrina, o lançamento do livro ‘‘Apologias’’, do jornalista Apolo Theodoro. Faz parte da coleção Cronistas de Londrina, que conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura. A partir de 20 horas no salão da Biblioteca, no centro.

Semáforos sincronizados

Muitos motoristas elogiando o sincronismo estabelecido com os novos semáforos da Avenida Higienópolis. Uma das grandes queixas a respeito, em toda a cidade, aliás, é justamente em relação à falta de sincronismo. Os motoristas afiram que com os semáforos de uma rua sincronizados, não há problemas para o trânsito de veículos e nem para os pedestres. O compllicado, certamente, é sincronizar todas as ruas. Mas é certo que se houver sincronização nas principais artérias, a situação fica mais fácil para quem dirige – e para quem anda a pé, também.

Árvores

Segundo o entendimento popular, época para poder árvores, no Brasil, é nos meses que não tem a letra ‘‘erre’’. Estamos em junho, ainda há 2 meses para isto. Depois, as coisas vão se complicar.

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