Mágica na Casa Japão


A Casa Japão 2002, que se realiza no Centro de Eventos de Londrina até o próximo domingo, entre tantas outras atrações, oferece, hoje e amanhã, espetáculos de mágica com o ilusionista Edson Iwassaki. O mágico, radicado em São Paulo há 12 anos, tendo realizado apresentações no Brasil e no Exterior, é londrinense de nascimento. Ele montou um estande na Feira que é uma das atrações, principalmente para a garotada que visita a Casa Japão.
Edson vai se apresentar hoje e amanhã, a partir das 20 horas, com uma série de números, sendo o ponto alto o momento em que o mágico faz nevar no palco do Centro de Eventos.
A Casa Japão funcionará hoje, das 16 às 23 horas, e no final de semana abrirá às 11 horas, indo também até as 23 horas. Para quem não tem veículo próprio, existe uma linha direta de ônibus – Regina/Centro de Eventos – saindo de hora em hora, a partir das 17 horas, do Terminal Urbano central. Os ingressos para a Feira custam 3 reais, sendo que crianças até 10 anos e idosos, a partir de 65, não pagam. Estudantes, com carteirinha, pagam a metade.

Zona Azul

Um leitor procurou a Praça para fazer uma queixa sobre o que está acontecendo com ele, em relação à Zona Azul. Ele tem um estabelecimento na av. Bandeirantes e durante anos foi-lhe permitido estacionar o veículo diante do local, sem cobrança da tarifa da Zona Azul. Nos últimos tempos, porém, com mudanças ocorridas na administração da CMTU, passaram a cobrar dele. Como ele trabalha o dia inteiro, acaba tendo de pagar pelo período integral o que representa um grande prejuízo.
Seguramente é uma questão que deve merecer atenção da CMTU ou dos responsáveis pela Zona Azul, até porque se trata de uma situação diferente da vivida pelos que estacionam no local para curtos períodos. Problema quase similar ao das pessoas que moram em área de Zona Azul que, certamente, devem receber isenção de pagamento.

Mais números no telefone

Os telefones fixos da Sercomtel vão ganhar mais um algarismo, a partir de setembro, conforme correspondência que os usuários estão recebendo. A mudança é simples e não vai alterar praticamente nada a vida de ninguém, fora o fato de se ter de discar mais um número para telefonar.
Interessante como as coisas foram acontecendo ao longo dos pouco mais de 30 anos de existência da Sercomtel. No começo, em 1968, quando a empresa lançou a telefonia automática, substituindo os antigos telefones da CTN, que exigiam o auxílio da operadora, eram 5 os dígitos usados para a numeração dos telefones. Depois, acrescentaram-se outros números, até se chegar aos 8, em setembro. Somem, agora, o total necessário para uma ligação DDD que inclui 3 dígitos da operadora e outros 2 da cidade. Os supersticiosos é que vão se preocupar tendo de discar (ou teclar, o que é, sem dúvida, bem mais fácil) 13 dígitos.

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