A rua da ‘‘Folha’’


Está escrito no expediente do jornal que a ‘‘Folha de Londrina’’ está situada na Rua Piauí, 241. Mas quem não sabe onde é a rua e que chega pela Rio de Janeiro não vai encontrar indicação correta. Do lado oposto da rua, diante do prédio dos Correios, a placa indica a Rua Maestro Egídio C. do Amaral que é o nome da rua só daquele lado. No lado oposto, está a continuação da rua Piauí. Falta, porém, uma placa para orientar bem, o que, afinal, é o objetivo das indicações que são colocadas nas ruas. Isto acontece bem no centro da cidade. Ficam dúvidas sobre o que pode estar ocorrendo pela região mais distante.

Olha o trem!

No meio de tantas notícias ruins, a informação publicada ontem sobre a possibilidade de se reativar o trem de passageiros entre Londrina e Maringá é, sem dúvida, um alento. O transporte ferroviário não é só charmoso mas é, também, prático, confortável e seguro.
O projeto do BNDES é para se restaurar a linha que liga as duas grandes cidades, passando por outros nove municípios. Os cálculos estão feitos, o financiamento poderá ser viabilizado, é certo que se houver interesse a idéia tem tudo para se tornar realidade. Segundo os primeiros levantamentos, o custo previsto seria pouco superior ao dos ônibus com as vantagens porém do transporte ferroviário em si. Ademais, levando em conta o custo do pedágio, será mais barato usar o trem do que o automóvel.
Por qualquer ângulo que se analise, é uma idéia fabulosa que vale ser implementada. Que voltem os trens de passageiros. E não apenas a ligação Londrina-Maringá mas, também, aquela que existia no passado, unindo São Paulo ao Norte do Paraná.
Esta primeira fase pode ser o começo da reativação do transporte ferroviário de passageiros, uma opção correta e importante para um país da dimensão continental do Brasil.

Limpeza

Ontem, a região à volta do Moringão estava bem mais limpa do que na véspera. É verdade que ainda havia muita coisa a ser feita, mas é bom saber que alguém está limpando o setor.
Entretanto, a tarefa de limpar a cidade ainda é muito grande. Os usuários do Zerão – ao lado do Moringão – também se queixam. Um leitor veio contar que a Concha Acústica que existe ali está imunda, ‘‘uma verdadeira nojeira’’ para usar as palavras do leitor.
A propósito ainda do assunto, uma leitora veio contar que viu, ontem, na Praça Marechal Floriano, a pessoa que oferecia artesanatos para vender varrendo o local. A imagem a encantou: ‘‘Se cada um pegar uma vassoura e limpar pelo menos um setor, a cidade poderá voltar a ser limpa’’, ela disse.
A idéia é bem esta. Existe, sem dúvida, a obrigação do setor público de cuidar da limpeza. Mas se cada um fizer um pouco, se houver cuidado e preocupação em evitar jogar lixo pela rua, Londrina voltará a ser uma cidade mais limpa.

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