Viva vôlei

A propósito de reclamação feita por uma leitora, dona Amélia, publicada dia 27 de março, com críticas ao projeto Viva Vôlei, desenvolvido pela UEL. o professor Marival Antonio Mazzio, coordenador interino do projeto, enviou mensagem em que explica alguns dos questionamentos expostos na ocasião.
Em relação à não inscrição das filhas da leitora nos dias em que foram à UEL, o professor explica que as fichas de inscrição não são preenchidas na primeira semana, ‘‘porque não sabemos se os alunos permanecerão ou não no projeto’’. Quanto à queixa formulada sobre a presença da TV para uma reportagem, ocasião em que as jovens que foram participar acabaram tendo de ajudar as mais antigas a fazer demonstrações para a televisão, o sr. Marival explica que o repórter pediu que se apresentassem as jovens que estavam há mais tempo no projeto, para apreciar sua evolução. ‘‘Durante o período de filmagens – explica – algumas alunas fizeram o trabalho de apoio, recuperando bolas, enquanto outras ficaram se exercitando ao redor da quadra de jogo e após o término da entrevista todos retornaram às aulas que tem a duração de uma hora e 30 miinutos’’.
Em relação ao fato de a leitora-reclamante não ter conseguido entrar em contato com ele, o coordenador interino do projeto explica: ‘‘Com o término da greve em 4 de março houve o retorno das aulas e o Centro de Educação Física e Desportos e os demais Centros, além da administração da UEL, tem feito reuniões diárias, às vezes em até três períodos. Além da coordenação deste projeto, também sou professor dos cursos de Educação Física e Ciência do Esporte e acúmulo a função de vice-diretor do Centro. Talvez seja este o motivo pelo qual a reclamante não me encontrou. Porém devo frisar que no turno noturno, com exceção de segunda-feira, estou presente no Centgro, todos os dias da semana, até às 22 horas’’.
O professor Marival apresenta, na mensagem, desculpas pelo problema causado à filha de dona Amélia como à amiga da jovem, adicionando que será tomado todo o cuidado para que fato igual não se repita. ‘‘Gostaríamos, no entanto – assinala – que a filha dela, como sua amiga, permanecessem no projeto para que possam apreciar e desenvolver suas habilidades diante de um esporte tão prazeroso e educativo que é o voleibol, tornando-o cada vez mais VIVO’’.
Finalizando, informa sobre um projeto que visa atender crianças entre 8 e 12 anos, escrevendo sobre a nova filosofia empregada na aprendizagem do vôlei, ‘‘que é o minivoleibol, irmão caçula do vôlei, com destaque para atender adequadamente às crianças nesta faixa etária’’.
O colunista Estélio Feldman está de licença e com isso a coluna Praça só volta a ser publicada em 16 de abril

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