PRAÇA
Divulgação de Londrina
O Brasil inteiro (menos nós, claro, por causa das coisas da TV) viu o Estádio do Café, na quarta-feira, pela Rede Globo, assistiu ao jogo (e à vitória, o que é ainda mais agradável) do Londrina. Este tipo de divulgação propiciado pelo esporte é de valor inestimável. Dizer que os brasileiros já sabiam que temos um maravilhoso estádio, porque a TV já mostrou jogo da seleção principal e o último pré-olímpico, é supérfluo. Não somos o Egito, não temos pirâmides o que significa que é importante que a cidade esteja na vitrine hoje e sempre.
E o esporte oferece esta possibilidade. Quarta-feira foi o futebol; nos últimos tempos tem sido o basquete masculino; já foi, por certo período, o volei feminino. Toda esta divulgação é importante, valiosa, a cidade não teria recursos para pagar este tipo de promoção de outro modo.
Esta constatação leva à outra conclusão: é importante investir e estimular o esporte que divulga e engrandece o município. Isto sem esquecer dos outros (e imensos) benefícios que o esporte produz, ajudando na educação, tirando crianças das ruas e dando-lhes um rumo.
No basquete, tem havido uma certa sequência. Há anos o time masculino de basquete está participando da Liga Nacional e, ao que se informa, está recebendo apoio para continuar. Já no futebol a coisa não tem sido assim, o mesmo ocorrendo com outros esportes. É preciso, necessário, importante, estimular e apoiar o esporte que devolve os investimentos de modo imenso.
Futebol, basquete, volei, handebol, futsal, atletismo, natação (valendo lembrar que, em certa época, Londrina já teve nomes de destaque nacional na modalidade), o esporte em geral é um caminho fabuloso para o desenvolvimento.
Pelo que se viu no Estádio do Café, pelo que se tem observado nas partidas de basquete no Moringão, a população tem apoiado todos os esportes. Resta que a administração pública e o setor privado também o façam para que coisas cada vez maravilhosas continuem a acontecer.
Suplício do contribuinte
O senhor Luis Vitor, assinante da Folha, está reclamando da Receita Estadual. Ele contou que, por engano, acabou pagando duas vezes o IPVA. Daí, foi à Receita pedir a restituição. E ficou bronqueado com a lista de documentos que tem de apresentar: cópia dos recibos, do documento de veículo, da conta do banco, etc., etc. Em casos assim, sem dúvida, o mínimo que se espera é que a Receita facilite a vida do contribuinte, principalmente aquele que paga seus impostos.
Estélio Feldman





