PRAÃA
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 17 de maio de 2002
Pesquisas na Biblioteca 
A titular da Biblioteca Pública Municipal de Londrina, Célia Regina Zambaldi Gléria, está fazendo pesquisas, tanto junto aos frequentadores quanto ao público em geral, a fim de ter conhecimento não só das eventuais reivindicações da população mas, também, para se orientar a fim de poder estudar a oferta de novos serviços.
Uma das pesquisas é feita no próprio recinto da Biblioteca Central, na Avenida Rio de Janeiro, através questionários. A outra, que busca a opinião dos que não frequentam a biblioteca, é feita pela Internet, podendo ser acessada no endreço (www.londrina.pr.gov.br/cultura/biblioteca/pesquisa.php) O questionário é simples com questões sobre local de residência, idade, sexo, ocupação principal e a respeito do hábito de frequentar a biblioteca. Há também um espaço, muito importante, em que o interessado pode dar sugestões sobre novos serviços da biblioteca.
A participação nas pesquisas será útil para que a biblioteca possa melhorar ainda mais o atendimento à população.
Centro movimentado
Ontem, o Calçadão, no centro de Londrina, fervilhante. Gente passando, lojas movimentadas, bancos cheios de gente, vida, enfim. O centro é (ou deveria ser) o local preferido para passeios, compras, representando uma espécie de reencontro das pessoas com o coração de sua cidade. E merece que se realize um trabalho intenso para torná-lo sempre atrativo, levando as pessoas a buscar o centro como um ponto de encontro, de lazer, de compras, de tudo.
Nos últimos anos, infelizmente, o centro da cidade foi mais ou menos descurado. Hoje, não há sequer cinemas ali. E como o comércio não funciona no fim de semana o que acontece nos shoppings fica ainda mais vazio. Ademais, enquanto nos shoppings há estacionamento fácil, segurança maior, no centro as coisas são diferentes. É difícil estacionar e quanto à segurança nem é preciso repetir a situação que é de toda a cidade.
Medo na madrugada
Um leitor procurou-me com uma queixa. Ele contou que, na madrugada de quinta para sexta-feira foi quase impossível dormir na região em que ele mora: por um incontável número de vezes passava pela rua um carro fazendo muita zoeira. Os passantes buzinavam, gritavam, faziam cavalo-de-pau e sumiam. Quando os moradores pensavam que já estavam livres, os arruaceiros voltavam.
Perguntei por que não chamaram a polícia. Ele explicou que sempre pensavam que a zoeira tinha acabado. Quis saber o local, ele contou mas pediu que não o revelasse porque tem medo. Daí ponderei que sem dar o local seria difícil conseguir alguma ação policial. Então ele usou o argumento definitivo: Você repete sempre que segurança é obrigação do governo. Bom, nós queremos segurança. Queremos poder descansar sem medo. O apelo não é para esta ou aquela rua, para um ou outro bairro, é para Londrina. Então, está feito!


