Poucos trabalham na prisão
Curitiba - As unidades penitenciárias do Paraná que chegaram a ter um índice de 71% de ocupação dos presos em canteiros de obras no ano de 1999 agora têm apenas 41%. O índice foi caindo gradativamente ao longo dos anos. Em 2000, o índice de ocupação era de 60%, caiu para 51% em 2001 e para 48% em 2002. Este ano, dos 7.050 presos do Sistema Penitenciário, apenas 2.903 trabalham em 219 canteiros de obras espalhados pelas 16 unidades penais. São quatro tipos de canteiros: de manutenção, onde estão 40% dos internos; de produção, onde estão 13% dos internos; por convênio, onde estão 41% dos presos ocupados; de artesanato, onde estão outros 6%.
O Programa Estadual de Assistência ao Apenado e ao Egresso (Pró-Egresso) atendeu 12,2 mil pessoas que cumpriram pena no Sistema Penitenciário do Paraná. A maioria, homens egressos. Setecentos e vinte e cinco benefícios foram requeridos, como por exemplo livramentos condicionais. Foram realizados 845 atendimentos assistenciais, como visitas domiciliares, atendimentos a familiares, encaminhamentos a albergues, profissionais de saúde e da área psicossocial.
Já o Programa de Assistência ao Apenado em Cadeias Públicas visitou 126 delegacias de polícia em 35 municípios paranaenses no primeiro semestre. Foram atendidos 697 presos, com 179 benefícios concedidos.





