Postos de combustíveis estão sendo fiscalizados
Problemas como especulação, propaganda enganosa de mercadorias e serviços e a cartelização de preços de combustíveis são os principais alvos do Procon do Paraná. O coordenador do Procon, Tércio Albuquerque, disse ontem que já conseguiu constatar adulteração e formação de cartel no setor de combustíveis em diversos municípios do interior do Paraná, como Maringá e Foz do Iguaçu. ‘‘Os fiscais estão fazendo um levantamento das denúncias que temos e poderemos fazer autuações e interdições em todo o Estado’’, afirmou ele. Para casos de cartelização, as multas aplicadas poderão chegar a 3 milhões de Ufir’s. ‘‘Mas para que possamos agir com rigor, precisamos trabalhar em cima de denúncias e precisamos da participação popular para isto’’, alertou.
Outra meta para este ano é aumentar 38 para 120 o número de entidades. A intenção é abranger todo o Estado para que sejam facilitadas as ações contra abuso de preços e deficiências no atendimento ao consumidor. Para a implantação destas unidades, será necessário que cada Câmara Municipal regulamente a instalação física do Procon, com a aprovação de leis. ‘‘Vereadores e associações de defesa do consumidor terão que trabalhar juntos para a melhoria do atendimento da população do Estado’’, afirmou.
Albuquerque defendeu ontem a implantação definitiva de uma lista nacional de empresas que não satisfazem as necessidades dos consumidores. ‘‘Acho que a população tem o direito de saber qual a empresa que tem colaborado com o consumidor para ter opções na hora de comprar’’, afirmou ele.
O consumidor paranaense que quiser fazer reclamações ou denúncias ao Procon poderá ligar para o 0800-411512. A ligação é gratuita. (L.P.)

mockup