Porteiro baleado por policial tenta superar trauma
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Redação FolhaWeb 
''Na hora eu ouvi um estampido e quando a bala me acertou foi como se eu levasse um empurrão. Eu pus a mão nas costas e vi o sangue''. Sentado no sofá de sua casa, no Jardim Igapó (Zona Sul), o porteiro e eletricista Juarez Alves, de 40 anos, narra o que sentiu quando levou um tiro no mês passado. Ele não é policial, nem bandido e não estava em nenhuma guerra. No último dia 19 de jullho, Alves se envolveu numa discussão de trânsito com uma policial civil que, à paisana, atirou em suas costas com uma pistola.
Depois de passar sete dias na UTI, dois deles em coma, e outros três no quarto do hospital, o eletricista conta que ainda não recebeu alta. Segundo sua esposa, além de se recuperar dos ferimentos físicos, Juarez precisa superar o trauma psicológico. Confira aqui o depoimento completo que a família concedeu ao repórter Davi Baldussi.
E mais:
Inquérito está em fase de conclusão


