O neto de Oswaldo Aranha, o Pedro Aranha, escreveu livro sobre seu famoso avô. Foi um brasileiro que teve tudo para ser presidente da República, mas não quis. Era democrata, competente e dizia sempre que o Brasil seria grande e isso lá pelos anos 30, 40, 50. Uma das frases mais conhecidas dele: "O Brasil é um deserto de homens e de ideias", que foi dita por ele em 1932. Eu me chamo Oswaldo por causa dele. Porque minha mãe, e mãe quer sempre o melhor para o filho, perguntou ao escrivão do cartório, em Santo Anastácio, que nome ele citaria de um homem direito, inteligente; e ele falou Oswaldo Aranha, o diplomata. E aqui estou, espero que não depreciando o nome desse elogiado brasileiro.

Oswaldo Aranha gostava de escrever, de ler, de contar histórias. Quando mais jovem havia pensado em montar um jornal, "para melhorar o país". Oswaldo Aranha é, até hoje, mais conhecido em outros países do que no Brasil. Na sessão da ONU, em 1948, em que foi decidida a partilha da Palestina, e a criação do estado de Israel, ele teve acalorada e decisiva atuação. Antes, ele evitou também que o Brasil se unisse à Alemanha, na Segunda Guerra Mundial. Convenceu Getulio Vargas do contrário, do que diziam alguns generais e policiais que eram pró Alemanha, de Hitler e pró Itália de Mussolini.

É isso, sou também Oswaldo com "W", por causa dele. E fiquem sabendo: descobri que só no Bradesco Premier da Avenida Higienópolis há pelo menos cinco ou seis Oswaldos e três com o mesmo sobrenome Militão, como clientes. Segunda-feira, no programa de Augusto Nunes, pela TV Cultura, de São Paulo, às 22h30, Pedro contará as histórias de seu avô.


Até o presidente Macron fez declaração afirmando que está feliz com a chegada de Neymar, que os atrativos franceses falaram mais alto. Paris tem mais charme do que Barcelona, afirmou a esposa de Macron, que tem quase 20 anos mais do monsieur le president.


Ataque de todos os tempos
Vou escalar aqui o meu ataque de todos os tempos: Mané Garrincha, Zizinho, Leônidas da Silva, Pelé e Canhoteiro. Um do Botafogo, um dos Santos e três do São Paulo. Zizinho revelado pelo Bangu, com passagem pelo Flamengo. Canhoteiro só não foi o titular da ponta esquerda, no Mundial de 58, na Suécia, porque sofreu contusão e acabou dispensado. Deles todos, só não vi Leonidas jogar. E fica a pergunta: fosse hoje, quanto valeria esta linha atacante? Quanto custaria o passe de Pelé? De Mané Garrincha? Acho também que nascemos 50 anos adiantados. Todos nós, com mais de 60!


As Olimpíadas do Rio de Janeiro custaram R$ 41 bilhões! Dinheiro que ficou nas mãos de políticos e gestores brasileiros, que, pelo que dizem, não são devotos de madre Tereza de Calcutá...


Na Austrália, pesquisa recente acredita em reviravolta na leitura de mídia impressa, uma vez que há forte campanha neste sentido. E que concursos destinados a jovens, rapazes e moças, para que escrevam crônicas ou historinhas, e até cartas a alguma autoridade, estão oferecendo bons prêmios.


Em algumas cidades do Japão, jornais publicam cupons paras sorteios de ingressos de cinemas, valendo para os sete dias da semana.


Na nova padaria do francês Olivier Anquier, já bem abrasileirado, na capital paulista, apareceu uma placa onde está o seguinte: "O mundo precisa de bom senso, de tolerância, de amor e um pão saboroso como o nosso!"

Adriane Galisteu vem se destacando com o programa "Papo de almoço", que comanda às quartas-feiras pela rede Globo de rádio. Tem sido muito boa entrevistadora.

Viajar é bom, mas viajar no Brasil é tudo muito caro. Não dá para entender certas coisas. Fazer turismo no nosso país custa realmente mais do que no Uruguai, no Paraguai e na Argentina, por exemplo, só para falar dos mais próximos. Não há justificativa para a comida custar tão caro em cidades como o Rio, São Paulo, Fortaleza, Salvador, e Curitiba mesmo.


Quem foi a Roraima diz que, pelos cálculos da população, há pelo menos 40 mil venezuelanos nesse estado brasileiro. Chegaram pela facilidade de entrar pela fronteira seca, fugindo da sanha do ditador Maduro, que já deveria ter caído do galho, isto é, da "presidência" da República desse país vizinho, que ele tornou republiqueta, dona da maior inflação do planeta.


Não aconteceu nada
"Quando o marido chega em casa, percebe alguma coisa e pergunta para a esposa: ‘O que aconteceu?’ E ela responde: ‘não aconteceu nada!’ É porque ocorreu alguma coisa... E a mulher diz que não quer falar nada, mas quer sim, sempre quer..." Este bate-papo foi ouvido entre um grupo de casais que falavam a respeito da vida a dois, durante animado jantar na cidade.


É o parlamento que temos: um deputado, Wladimir Costa, do Norte, o homem que tatuou o nome Temer em seu peito, votou chorando a favor do presidente. Deputado federal é eleito, dizem todos, para representar a população. Aqui, parece que é para defender os interesses de cada um junto ao governo federal, isto é, ficar grudado no poder do Executivo.

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