Além dos benefícios físicos e mentais, o programa Golfe na Escola desenvolvido em Cambé tem representado uma possibilidade de profissionalização para os adolescentes.
A coordenadora da iniciativa aponta a volta do golfe às Olimpíadas em 2016, depois de 105 anos fora da competição, como uma oportunidade de popularização do esporte e uma abertura de postos de trabalho. ''As confederações de golfe estão em busca de novos atletas. Além disso há um campo de atuação como caddie, que são os auxiliares dos jogadores que carregam tacos e bolinhas durante as partidas'', ressalta Josiane Botti.
O jovem Fábio Aparecido Gomes, 17 anos, é um desses exemplos. Desde que participava do programa Golfe na Escola, em 2010, ele faz ''bicos'' como caddie, no Londrina Golf Club. ''Fiz contato com vários empresários da cidade e os auxilio durante as partidas. Geralmente ganho R$ 40 por cada volta percorrida no campo, num percurso de 7 quilômetros. Por final de semana ganho cerca de R$ 100, pois tem atletas que pagam acima do valor da tabela'', diz o jovem, que atualmente faz curso técnico de Tecnologia da Informação e trabalha de segunda a sexta-feira como assistente de almoxarifado. (M.R.)

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