População reclama de sujeira nas áreas de descarte implantadas pela prefeitura
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Redação FolhaWeb 
Conviver com portas e janelas fechadas mesmo com o calor de mais de 30 graus que tem feito nos últimos dias. Pagar o dobro de conta de água para limpar a poeira que invade a residência diariamente. Ter que suportar o mau cheiro de animais em estado de decomposição.
Enfrentar problemas de saúde causados pela fumaça de queimadas que ocorrem em terrenos vizinhos. Essa é uma realidade comum vivida por grande parte das pessoas que moram próximas aos ecopontos, implantados pela prefeitura em diversas regiões da cidade com a função de armazenar resíduos como entulhos de construção e galhos.
''A gente limpa a casa de manhã e na hora do almoço já está tudo sujo novamente por causa da poeira produzida pelos caminhões que vêm trazer e levar lixo'', queixa-se a dona de casa Marli Cabecione, que mora em frente ao ecoponto localizado na Rua Ozéias Furtoso, Jardim Santa Rita V (Zona Oeste). Ela reclama ainda que a fumaça das queimadas provocadas no ecoponto têm agravado os problemas de saúde dela e de outros moradores do bairro. ''Eu sofro de alergia e vários vizinhos têm problemas respiratórios, que têm piorado por causa da poeira e da fumaça'', enfatiza.
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