O montador de móveis Paulo Roberto Oliveira, 31 anos, começou a doar sangue compusloriamente. Segundo ele, a empresa onde trabalhava há quatro anos exigia a doação como pré-requisito para a contratação. Desde então, Oliveira tornou-se voluntário e, sempre que tem uma folga, volta ao Hemocentro para ajudar a manter o banco de sangue em boas condições. ''A gente vê que a necessidade de contribuir existe. Afinal, tem muita gente que precisa'', justificou.
Oliveira explica que não se sente mal, muito menos tem qualquer tipo de problema após a doação. ''Isso é uma barreira que precisa ser derrubada. A doação não altera nenhuma característica do sangue, é totalmente segura'', garantiu a assistene social Eliana Rodrigues. ''Se todos os doadores adquirissem o hábito de voltar ao Hemocentro duas vezes por ano, não teríamos mais problemas com falta de sangue'', apontou.
Interessados em doar sangue não precisam procurar somente a unidade de captação externa. O Hemocentro, que funciona ao lado do Hospital Universitário (Zona Leste) recebe voluntários de segunda à sábado, das 8h30 às 18 horas. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3371-2465, 3371-2356 ou 3371-2218. (A.M.)

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