População dorme cada vez menos e compromete a qualidade de vida
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quinta-feira, 09 de agosto de 2012
Redação FolhaWeb 
Nos últimos anos, a professora Ana Cecília Gonzalez, 56 anos, intensificou suas atividades profissionais e domiciliares. Passou a dar aulas em duas escolas públicas e assumiu a função de diretora auxiliar em uma grande instituição particular, ao mesmo tempo em que deixou de ter empregada doméstica.
Resultado: as horas de sono foram reduzidas e os cochilos involuntários tornaram-se comuns na vida da educadora. Basta desalerar o ritmo para ser tomada por um sono incontrolável, a qualquer hora do dia.
Atividades como assistir a filmes na TV ou no cinema, sentar ao redor de uma mesa para bater papo com familiares ou ler um livro que não trate de assuntos de trabalho funcionam como um chamariz para a vontade de dormir. ''Se eu estiver em atividade, correndo para lá e para cá, não sinto sono. Mas se eu parar, durmo'', admite a professora, que planeja trabalhar menos a partir do ano que vem.
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