Ponte tem que ser paga
Ponte tem que ser paga
César AugustoBroncaAntônio Cândido mostra o recibo de pagamento da ponteUm dos proprietários da Loteadora Tupy, Jamil Richa, garante que a cobrança pela construção da ponte de concreto sobre o Ribeirão Esperança - que custou cerca de R$ 120 mil - está prevista no contrato de compra e venda dos terrenos. As obrigações da loteadora - água encanada, energia elétrica e meio-fio - foram cumpridas. O restante, como galerias e asfalto, terá que ser bancado pelos moradores, afirma Richa.
Cada um dos 750 donos de lotes terá que pagar à Tupy, que bancou a construção da ponte, R$ 60,00, que podem ser pagos em até três parcelas. A prefeitura ajudou com a construção dos aterros. A loteadora possui ainda cerca de 100 terrenos para venda no bairro.
A rede de coleta de esgoto domiciliar, uma das principais necessidades dos moradores, ainda demorará a ser implantada. A informação é do gerente de obras da Sanepar, Rafael Nagayama. De acordo com ele, esta obra não está contemplada nos planos da empresa para os próximos anos. Até temos o projeto para a obra, mas faltam recursos.
A construção de creche no bairro é uma das prioridades da secretária da Ação Social, Marisa Goethel do Nascimento. A obra está prevista no Orçamento deste ano e pode realmente sair porque há recursos. Nosso problema está sendo encontrar um parceiro que se responsabilize pela futura manutenção da creche.
O secretário de Saúde, Agajan Der Bedrossian, adianta que não há projeto para a construção da unidade básica de atendimento reivindicada por aquela população. Atualmente estamos construindo três postos e ampliando outros cinco, incluindo o do Panissa, que presta assistência aos moradores do Parque Universidade, explica o secretário.
O presidente da Câmara, Renato Araújo (PPB), diz que recentemente os vereadores aprovaram sete projetos de leis e dez requerimentos de serviços, a diferentes secretarias municipais, beneficiando a população do Universidade. (O.C.)





