O protesto das mulheres de policiais militares em Ponta Grossa começou com incidentes na noite de segunda-feira. O grupo de manifestantes foi para a frente do quartel do 1º BPM por volta das 22 horas. Uma das mulheres quase foi atropelada ao tentar impedir a saída de uma viatura. Ontem, o movimento foi tranquilo, mas a partir de hoje as mulheres prometem aumentar a pressão, inclusive fazendo greve de fome.
Durante todo o dia de ontem elas se mantiveram na frente do quartel. Em função de um acordo feito com o comandante do batalhão, coronel Ildemar Margraf, os portões foram mantidos abertos e os policiais puderam entrar e sair livremente. Só as viaturas que retornaram para o quartel durante o dia é que foram impedidas de sair novamente.
O grupo de mulheres que estava acampado na entrada do 14º BPM de Foz do Iguaçu, desistiu do protesto e agora aguarda a decisão do governo em casa. Para as organizadoras, ‘‘será melhor descansar para enfrentar o pior’’. Até a madrugada de ontem, cerca de 60 mulheres se revezavam sob a barraca improvisa construída em lona. (Colaborou Emersom Dias)

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