POLUIÇÃO SONORA - Londrina é uma cidade barulhenta
Algazarras em torno de bares e boates; cultos religiosos de madrugada; maquinários de indústrias ligados o tempo todo; barulho de buzinas e freadas. Apesar de ainda conservar ares interioranos, Londrina é uma cidade muito barulhenta. E basta dar uma checada nos órgãos de fiscalização para descobrir que o problema está por toda parte. As reclamações vêm de diversas regiões. E a barulheira causa muito mais do que irritação: desestabiliza o emocional das pessoas e, conseqüentemente, leva à hipertensão arterial, alterações do sono, transtornos comportamentais, entre outras possíveis doenças. Para a promotora de Defesa do Meio Ambiente, Solange Vicentin, Londrina tem problemas sérios de alteração de zoneamento para beneficiar determinadas atividades, que acabam contribuindo para a poluição sonora. Quem quer o merecido sossego reclama aos órgãos competentes, mas o atendimento nem sempre ocorre. O problema é a falta de estrutura para dar conta da quantidade de queixas.
Poluição sonora - É considerada uma das formas mais graves de agressão ao homem e ao meio ambiente. Segundo a OMS - Organização Mundial da Saúde, o limite tolerável ao ouvido humano é de 65 decibéis. Acima disso, nosso organismo sofre estresse, o qual aumenta o risco de doenças. Com ruídos acima de 85 dB aumenta o risco de comprometimento auditivo
Londrina - Londrina teve um crescimento acelerado e contínuo, tornando-se não só pólo regional como a terceira maior cidade do Sul do País, depois de Curitiba e Porto Alegre. Possui em torno de meio milhão de habitantes, influenciando direta e indiretamente mais de 200 municípios
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