Marcos NegriniAlertaO comandante
da 4ª
Companhia da
Polícia
Rodoviária
de Maringá,
Luiz Rodrigo
Larson Carstens, adverte:
‘‘Novo código
vai surpreender
os motoristas’’Comandantes de postos e pelotões de trânsito da 4ª Companhia da Polícia Rodoviária estão reunidos desde ontem, para estudar as inovações relacionadas a infrações e penalidades previstas no novo Código de Trânsito Brasileiro. O objetivo é conhecer cada parágrafo da nova legislação - que entra em vigor no dia 24 de janeiro do ano que vem - e orientar os motoristas já a partir deste final de ano.
Segundo o comandante da 4ª Companhia da Polícia Rodoviária de Maringá, Luiz Rodrigo Larson Carstens, o estudo aprofundado do novo código de trânsito é importante para que os policiais possam estar preparados para atuar nas rodovias. Ele afirma que a nova legislação traz mudanças significativas que precisam ser interpretadas corretamente pelo policial. Por causa da complexidade das mudanças e das novas regulamentações, as reuniões de estudos que começaram ontem só devem terminar na terça-feira.
Participam 16 comandantes de postos e pelotões da região Noroeste. Além das discussões sobre o novo Código de Trânsito Brasileiro, os policiais também estão se preparando para as operações de final de ano. Conforme Carstens, o novo código vai trazer muitas surpresas aos motoristas. ‘‘Queremos começar neste final de ano, que é a época que as pessoas mais viajam, a conscientizar os motoristas sobre o novo código para que não sejam surpreendidos com as penalidades previstas na nova legislação de trânsito’’, disse.
Ele destaca as penalidades previstas ao motorista que for pego dirigindo embriagado. Além de multa de 900 UFIRs e apreensão do veículo, o infrator deverá ser detido por um período de seis meses a três anos e ainda ficar proibido de dirigir.
‘‘Final de ano e carnaval são as épocas em que os motoristas mais abusam dirigindo embriagados. Queremos alertar e conscientizar os motoristas no início deste período de férias para que o novo código represente um novo conceito e seja implantado com toda força para garantir mais respeito e consciência no trânsito’’, disse Carstens.

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