Para os profissionais presentes no evento, o Programa de Treinamento de Capacitação em Antipirataria serviu como uma forma de atualização dos conhecimentos quanto à legislação de combate à pirataria e às falsificações. De acordo com o delegado da Polícia Federal, Gérson Machado, o ideal seria intensificar o debate.
''O mais importante é a interação entre os órgãos e a conscientização da população. Este tipo de informação tem que chegar aos policiais e a todos o cidadãos. Afinal, são os consumidores que alimentam essa cadeia'', opinou.
O investigador da Polícia Civil, Cláudio Santana, salientou que os números da pirataria apresentados no treinamento são grandiosos, inclusive das perdas do País em arrecadação devido à disseminação dos produtos falsificados e pirateados. ''Como a perda é grande a resposta dos órgãos policiais também tem que ser efetiva'', disse.
Segundo Wilson Galvão, fiscal da Companhia Municipal de Trânsito (CMTU), o órgão tem a atribuição de combater o comércio irregular nas áreas públicas da cidade, inclusive de produtos piratas e contrabandeados. ''Quando fazemos a atuação, como não temos poder polícia, a única coisa que fazemos é autuar e apreender a mercadoria. A única coisa que acontece é que a pessoa fica no prejuízo'', concluiu. (Fernando Rocha Faro)

mockup