Curitiba - Uma das primeiras ações da equipe especial que investiga o roubo de caminhonetes no Paraná é tentar reunir em um único local todos os veículos apreendidos por alguma irregularidade, mas continuam circulando por força do chamado ‘‘termo de depósito’’. A decisão foi tomada em reunião realizada ontem entre os integrantes do grupo e representantes da Associação de Vítimas de Roubo de Caminhonetes a Diesel. A entidade reúne 103 pessoas lesadas.
O delegado Mário Sérgio Zacheski, mais conhecido como Bradock, que comanda a equipe, disse que a intenção é formalizar o pedido ao secretário de Segurança Pública, José Tavares, na segunda-feira para que ele cancele o sistema de depósito. ‘‘Essa medida e a intensificação nas investigações vai inibir a comercialização das caminhonetes suspeitas, facilitar o nosso trabalho e o das vítimas, que terão maior chance de recuperar seus veículos’’, declarou.
A meta, segundo Bradock, é recolher as caminhonetes para que possam ser periciadas pelo chefe do Setor de Identificação de Veículos do Instituto de Criminalística, Inajar Antonio Kurowski, que também faz parte do grupo especial. As vítimas de roubo também serão chamadas para fazer o reconhecimento das caminhonetes apreendidas.
A associação dispõe de um telefone para denúncias de locais suspeitos de estarem servindo de depósito de carros roubados. O número é (041) 9993-3165 e não é necessário se identificar.

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