A Polícia Civil mudou o rumo das investigações do inquérito que apura a causa e responsabilidades pela morte do estudante londrinense Lúcio de Souza Pavan, 19 anos, que caiu do ferry-boat quando esperava para fazer a travessia na Baía de Guaratuba, no litoral do Estado, na madrugada do dia 4. Agora, os seis amigos que estavam com o rapaz só serão ouvidos depois que estiverem prontos os laudos de necrópsia, pesquisa toxicológica, do cabo de segurança e da embarcação, que estão sendo realizados em Curitiba.
Inicialmente, o grupo deveria depor em Matinhos, mas uma mudança de planos cogitou a possibilidade de o presidente do inquérito, delegado Sebastião Gaspar, ir a Londrina, onde as testemunhas moram.
Quando a investigação começou, esperava-se que os laudos ficassem prontos em dez dias. ‘‘Se não ficarem prontos, não faremos pressão, porque não é um caso prioritário’’, diz Gaspar.
A polícia trabalha com três hipóteses para o acidente. Uma que o rapaz passou mal e caiu, outra que teria sido empurrado, e uma terceira é que tenha se sentado no cabo de segurança, que pode ter se rompido. (A.R.)

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