Polícia vai criar banco de dados de corpos não identificados no IML
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Redação FolhaWeb com AE Notícias 
O delegado-geral da Polícia Civil, Marcus Vinícius Michelotto, o diretor-geral do IML (Instituto Médico Legal), Porcídio Villani, e representantes de unidades da polícia debateram nesta segunda-feira (11) as normas de um novo Sistema Centralizado de Pessoas Desaparecidas.
A iniciativa servirá para facilitar a identificação de cadáveres que chegam ao IML por meio da criação de um banco de dados de corpos não identificados.
O objetivo é montar um sistema centralizado dos desaparecidos de todo o Estado do Paraná para organizar todos os corpos não identificados que estão nas câmaras frigoríficas mortuárias do IML.
Segundo o delegado Michelotto, o trabalho integrado entre a Polícia Civil e o IML quer possibilitar o reconhecimento dos cadáveres com mais segurança e rapidez, evitando acúmulo de corpos no Instituto Médico Legal e permitindo que as famílias dessas pessoas não passem por mais sofrimento e constrangimento".
De acordo com Michelotto, a ideia é que a DVC centralize informações de desaparecidos. "O objetivo é criar um banco de dados dentro do site da polícia civil, restrito para os policiais, com fotos das pessoas encontradas mortas sem identificação, para que os policiais possam cruzar as informações das queixas dos desaparecidos da sua região com os corpos encontrados em qualquer IML do Paraná".


