Para cada uma das 16 regiões mais violentas, que farão parte do projeto da patrulha escolar, haverá sempre uma equipe de prontidão. Qualquer pessoa poderá acionar as policiais através do número 190, de emergência da PM, que entrará em contato imediatamente com as responsáveis pela área.
‘‘As patrulhas não ficarão à disposição de uma escola, mas vinculadas à área que pode abranger vários colégios’’, adianta a diretora-geral da secretaria da Educação, Miriam de Fátima. A reivindicação das diretoras das escolas é antiga, com mais de um ano enfrentando os mesmos problemas de vandalismo.
Depois de uma reunião com os núcleos regionais da Educação, os pontos críticos foram identificados e um projeto de parceria com a Secretaria de Segurança começou a ser desenvolvido. ‘‘No ano passado, a Secretaria de Segurança não tinha condições de fazer um atendimento específico mas agora, com novas viaturas, o trabalho será concretizado’’, afirma Míriam de Fátima.
Para a comandante da patrulha escolar, tenente Luzia Luciane Gonçalvez, as policiais farão visitas às escolas, conversarão com as diretoras e ‘‘se necessário, pedirão reforço ao serviço de informações da PM para infiltrar policiais nas escolas e identificar as pessoas envolvidas com tráfico de drogas, furtos e vandalismos.
Na relação das patrulheiras, as escolas que apresentaram maior número de ocorrências foram as escolas estaduais: Hasdrubal Bellegard, na Rua Isaac Ferreira da Cruz, no bairro Pinheirinho; Padre Silvestre Kandora, na Rua Professora Maria Helena Bredow, 26, no bairro São Brás; Professor Nilo Brandão, na Avenida Jornalista Aderbal Stresser, 552, no bairro Cajuru e Professora América Sabóia, na Rua Emília Romeni, 316, na Cidade Industrial.

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