Polícia recupera carretas roubadas
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terça-feira, 02 de março de 1999
Marcos Zanatta e Paulo Pegoraro 
A Polícia Rodoviária do posto de Marialva (17 quilômetros ao norte de Maringá), prendeu anteontem o motorista Robson Tadeu da Silva, 41 anos, e recuperou uma carreta roubada entre Ponta Grossa e Apucarana. A prisão aconteceu durante vistoria de rotina, na noite de segunda-feira. A carreta Scania vermelha, ano 98, placa MCW 3930, de Lages (SC), foi parada pelos policiais em frente ao posto de Marialva. O condutor apresentou documentos com nome de Advaldo Aparecido da Silva. Desconfiados, os policiais começaram a pedir alguns detalhes do caminhão, que Silva não sabia responder.
Um contato com a empresa proprietária da carreta, Transportadora Vimafa, de Lages, confirmou que o condutor não era Silva, e sim Estevão Beth. A polícia então passou a interrogar Silva, que confessou o assalto seguido de roubo do veículo. Segundo ele, a carreta foi interceptada por outros assaltantes, próximo a Mauá da Serra (54 quilômetros ao sul de Apucarana). O motorista ficou amarrado em um matagal na localidade de São Domingos, no município de Cruzmaltina, e foi resgatado somente ontem de manhã. A carreta, avaliada em R$ 120 mil, seria entregue em Guaíra, e depois levada ao Paraguai.
Pá-carregadeira A Polícia Rodoviária Estadual de Cascavel recuperou às 4 horas de ontem, no posto da BR-467 (Cascavel-Toledo) uma pá-carregadeira e a carreta Scânia que a transportava, que haviam sido tomadas em assalto no dia anterior, em uma pedreira de Guaraniaçu (68 km a leste de Cascavel). Foi preso o condutor, Carlos Osni Lambides, 33. Ele alegou que apenas fazia o transporte para Terra Roxa, onde alguém o esperaria.
A Polícia Civil está investigando também uma nota fiscal encontrada com o condutor. A nota fiscal, com autenticidade reconhecida por um cartório de Terra Roxa, indicando como proprietário da pá-carregadeira Antonio Donizete Casagrande, e como vendedora a empresa Indústria e Comércio Ferrugem, de Minas Gerais. Pela nota, a máquina foi fabricada em 94 e vale R$ 30 mil - no mercado, valeria cerca de R$ 50 mil.


