A polícia não quer dar informações sobre o caso do assassinato do chefe da fiscalização da Divisão dos Serviços de Transporte Comercial (DSTC), Hélio Cláudio Gregório, de 40 anos, e do atentado ao chefe da DSTC, Daniel Costa, de 46 anos, que ocorreu no dia 16 de março, no Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR), em Curitiba. Ontem, o delegado Castanheiro, do 2º Distrito de Polícia, afirmou não ter novidades.
Na semana do crime, Castanheiro disse que esperaria a recuperação do culpado, o fiscal da DSTC Reginaldo Bezerra da Silva, de 47 anos, para saber o que ocorreu. Depois de duas semanas, Silva ainda está em estado grave, na UTI do Hospital Cajuru, respira por aparelhos e continua sob efeito de sedativos.
Costa, que levou um tiro no abdômen, saiu do hospital há uma semana e deve retornar ao trabalho amanhã. Ele diz que já conversou com a polícia, mas não sabe o motivo do atentado.
No dia 16, por volta das 17h, Silva entrou na sala de Gregório, que fica no quarto andar do prédio do DER-PR, e deu um tiro no peito dele. Depois, foi para a sala de Costa e o atingiu no abdômen. Em seguida, desceu até o segundo andar e tentou se matar com um tiro no peito.

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