Três médicas de Maringá que estão se mudando para Londrina viveram ontem uma situação inesperada ao tentarem ocupar um imóvel que alugaram na Avenida Rio de Janeiro (área central). Juliana Campos Zequim, Andréa Garcia Marion e Vivian de Souza Santos Renesto foram impedidas de entrar em um apartamento do Edifício Solar de Bragança, pelo qual vão pagar um aluguel de R$ 600,00.
A síndica do condomínio, identificada apenas como Daniela, barrou a entrada da mudança citando um artigo da convenção do condomínio, que proíbe a existência de ‘‘repúblicas’’. As três amigas, que vão fazer residência médica no Hospital Universitário (HU), só conseguiram entrar com a mudança por volta das 16 horas, quando o advogado da imobiliária responsável pela locação, Ivan Pegoraro, dirigiu-se ao local acompanhado de policiais, que registraram boletim de ocorrência por discriminação.
O advogado não descarta a possibilidade de entrar com uma ação contra o condomínio por danos morais. A Folha tentou falar com a síndica do edifício, mas seu telefone não atendeu.

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