Polícia fecha cerco contra caça-níquel
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 13 de junho de 2000
Marcos Zanatta De Maringá 
A Polícia Civil de Maringá pretende fechar o cerco contra os comerciantes que mantêm máquinas caça-níqueis sem autorização, e punir os que permitem o jogo para menores. Anteontem, a polícia apreendeu 15 máquinas clandestinas em lojas e bares de bairros da zona norte, e prendeu Antonio Carlos Proença, 37 anos, que se apresenta como responsável pelas máquinas. Ele disse conhecer a necessidade de autorização da polícia e da Justiça, e que trouxe as máquinas de São Paulo, no bagageiro de ônibus. Os equipamentos não têm nota fiscal, nem outro documento para funcionar.
Proença vai responder por exploração de jogos de azar e sonegação fiscal, e pode ser enquadrado por contrabando se ficar comprovado que as máquinas apreendidas têm componentes eletrônicos importados irregularmente. Para funcionar estes equipamentos precisam ter nota fiscal de origem, laudo técnico da perícia e liminar da Justiça, orienta o delegado Nilson Rodrigues. Ele disse que pretende combater as máquinas irregulares e também a presença de menores nos locais onde houver caça-níquel. O comerciante que permitir menores jogando será indiciado, o equipamento recolhido e o menor encaminhado ao Conselho Tutelar.


