Maringá A Polícia de Maringá faz hoje uma reconstituição do crime contra a auxiliar de serviços gerais, Rosemari Borges, 33 anos, que foi violentada e espancada na tarde da última quarta-feira e morreu na manhã de anteontem. Alguns funcionários que estavam na empresa Bunge Alimentos no momento do crime vão participar da reconstituição. A polícia quer saber onde estavam os funcionários e se haveria possibilidade de um andarilho ou qualquer outra pessoa ter entrado na empresa.
De acordo com o delegado Ítalo Sega, ainda não está descartada a hipótese do autor do crime ser um andarilho ou mesmo o ex-marido de Rosemari, que tem passagem policial por estupro. Os funcionários da empresa também continuam sendo investigados. Segundo Sega, cerca de 50 pessoas entre funcionários fixos, temporários e de empresas terceirizadas poderiam ter tido acesso à Bunge no dia do crime.
A empresa fica localizada na Avenida Colombo, saída para Sarandi, e ocupa uma área de sete alqueires. A sala onde estava Rosemari, conforme o delegado, é uma espécie depósito. ''É uma empresa muito grande e só para ter uma idéia, da entrada onde estava o vigia ao escritório onde Rosemari foi agredida são cerca de 300 metros'', explicou.

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