Polícia de Guaratuba tem 3 hipóteses
A Polícia de Guaratuba trabalha com duas hipótese oficiais na investigação sobre a morte do estudante Lúcio de Souza Pavan. A primeira aponta a ausência de cabo de segurança no ferry-boat no momento do acidente. A segunda, que o cabo teria se rompido.
Marcelo AlmeidaCabo-de-aço do ferry-boatHoje, às 18 horas, a tripulação da embarcação deve oficializar sua versão. E na próxima quarta-feira, o delegado encarregado da investigação, Sebastião Gaspar, deve convocar André Henrique de Biagi, Marcos Rolim Lopes e outros amigos de Lúcio, que estavam com ele no ferry-boat. O horário do depoimento dos jovens não será divulgado pela polícia. Os amigos de Lúcio Pavan vão falar na sede da Eco-Verão, na presença de delegados de alto escalão.
De acordo com Sebastião Gaspar, existem duas versões oficiais sobre o acidente. A primeira, defendida pelos jovens, é a de que o cabo de segurança (cabo de Boreste) não teria sido colocado e Lúcio, distraído, teria caminhado reto sem perceber o fim do embarcação. A outra é que ele teria sentado no cabo e caído quando este arrebentou. Ontem, o delegado enviou o material para perícia.





